As pessoas a encontrar o seu

As cervejas e o Supremo Sumo Cervejeiro

2020.12.04 17:53 BlindEyeBill724 As cervejas e o Supremo Sumo Cervejeiro

Numa conversa com Noctis em https://www.reddit.com/ateismo_bcomments/k4k5z4/a_dificuldade_apolog%C3%A9tica_do_espiritismo/, acabei me estendendo por demais na resposta, extrapolando o limite de caracteres, por isso, e para registrar melhor, a coloco aqui, acredito que tenha tocado em alguns pontos interessantes. Podemos continuar a conversa aqui caso Noctis queira (e quem quiser). Abraço para todos.
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Bom dia Noctis!
Não me parece que essa discussão seja coisa de outro mundo ainda que seja metafísica, não é que exista condições “*além da existência*”, é que cada ser tem uma forma de existência que lhe é particular, isso, na verdade, é uma obviedade infinitamente simples e não infinitamente complexa, uma maça não existe enquanto laranja, uma laranja não existe enquanto um animal, um animal não existe da mesma forma que um número, e uma teoria da astrofísica não existe da mesma maneira qual existem as estrelas, a matéria escura tem uma forma de existência diferente da matéria comum, não podemos resolver o problema da ideia do número somente afirmando, por exemplo, que ele não é matéria, tudo que existe é matéria, logo ele não existe, podemos dizer que ele é “*ficcional*”, claro, mas isso coloca problema ao realismo, como uma ficção apreende algo do real? Ademais, sem perguntar sobre o sentido da pergunta, como poderemos ter certeza que nossa resposta é a certa? Muitas descobertas científicas não surgiram de “*meta discussões*” desse tipo? (*não preciso, creio, de aulas sobre o método científico per se, não estou confundido física com metafísica nem com filosofia nem com religião, isso é, basicamente, reavaliação de conceitos, arroz com feijão de qualquer racionalidade*) Me parece algo bem aceito no *modus operandi* da razão (*qual originou a própria ciência, reavaliando conceitos como, por exemplo, o de movimento*). A questão de Deus é o final de um processo qual não nos podemos furtar com base em argumentos que se omitam da jornada de sua compreensão (*compreensão enquanto problema, não enquanto resposta*), o fim pode ser extraordinário, mas será completamente absurdo se o jogarmos a seco, é como dizer que o mundo material é como a física quântica defende atualmente para uma pessoa de séculos atrás sem explicar o raciocínio a coisa toda parecerá absurda, sem explicarmos o método científico, as vantagens dele, a sua racionalidade *parecerá um conto de fadas*, a questão não é o fim, no fim podemos descobrir a matéria escura, comprovar a teoria das cordas, os multiversos, a afirmação extraordinária não é errada por ser extraordinária em si mesma, *ela é errada se não existir nenhum caminho ordinariamente racional que leve à afirmação final, independente de qual seja ela e quão absurda seja*. A primeira coisa que se nota é que esperar encontrar esse Princípio, o *Ipsum Esse Subsistens,* de forma material é um erro de categoria, seria como tentar encontrar os números em si mesmos por ai debatendo a existência de Deus no Reddit ou dizer, a matéria escura não existe porque não consigo vê-la, a diferença é que sabemos que existe uma possibilidade da matéria escura vir a ser encontrada pelo método científico e Deus não, mas da mesma forma uma caralhada de coisas simples e experimentadas no dia a dia não entram nesse crivo, podemos negar-lhes a existência, mas o método científico não exige essa negação por si mesmo, pode se afirmar que ela vai “*expulsando Deus do cosmos*”? Só se você partir do pressuposto que toda a realidade é reduzível ao método científico, à sua categoria ontológica e epistemológica, é a velha história do cachorro, do círculo e do rabo. Novamente, o teísmo nunca negou o que se chamava de razão natural e de uma causalidade que podia se manter totalmente nos limites do observável, a ideia de que tudo ocorre porque Deus quis só surgiu no pensamento religioso muito tardiamente com Malebranche e é posição fraquíssima, popular na ala protestante, o que se diz é que é o fundamento de tudo é o *Ipsum Esse*, não só a explicação última mas a realidade ontológica final, isso nunca entrou, nem deve entrar, no discurso religioso diretamente, o religioso não pode tirar um “*Deus Vult*” de seu rabo assim como um mágico tira um coelho da cartola.
Deus, aliás, nem é complexo, é conhecido como o “*Uno*” e é a coisa mais simples que há, mas isso é complicado, o infinitamente simples é, ainda assim, complicado, é o que o Aristóteles já dizia, existe uma relação inversamente proporcional entre o ser e o conhecer, quanto mais próximo do conhecer, mais distante se encontra do Ser, o fácil de se conhecer é algo que está mais distante do que as coisas realmente são, assim, o “*Uno*” seria a coisa mais difícil de se conhecer de todas por definição, “*ah mas ai isso é um ad hoc porque esconde um conceito cabeludo e embaraçoso qual poderíamos nos livrar com a Navalha de Sir Ockham*”, Deus não tem cabelos nem embaraços, seria como perguntar qual o cheiro do Bóson, o gostoso da metafísica é que ela costuma dar certo com tudo, o que é a física senão a aplicação mesmo desse princípio aristotélico? Não alcançamos, cada vez mais, as partículas mais elementares do universo e, para conhecê-las, não devemos usar teorias e equipamentos cada vez mais avançados? Não é verdade que analisamos primeiro aquilo que está dado aos sentidos mais simples ao contrário de termos o início da física nas civilizações antigas pela teoria dos quark’s? *Touché*, é a relação inversamente proporcional entre o ser e o conhecer.
Eu irei misturar agora um pouco da teoria metafísica com os lugares comuns para que consiga lidar com essas questões que colocou. Ele não interessa-se por nada de forma necessária, pois Ele é o Princípio de tudo, o Ipsum Esse Subsistens não pode ver sentido nessas coisas per se, movimentos humanos são mistos de bom e mal, erros e acertos (cruzadas, jesuitismo), Ele está presente em todas as coisas concretamente, então as vê de dentro, é o Princípio, não se preocupa com isso no sentido que isso lhe perturbe, nada lhe pode abalar, pois, sendo Princípio, originou a tudo, ele não negou a nada, a negação pelo Princípio é, exatamente, a mesma coisa do que não existir. Até o demônio só se mantém, no ser porque Ele o mantém e não negou, então Ele é causa do mal, porque o demônio é causa do mal? Não é bem assim, nem o demônio nem Deus o são, mas eu não iria estragar a surpresa e já resolver os problemas milenares aqui ao vivo bem agora que começamos a falar de trocar cerveja, seria no mínimo burrice ser inteligente assim (eu prefiro Witbier). Mas é que, mais impossível que a existência de Deus é querermos realizar um diálogo sem que estejamos dispostos ao menos a adentrar no campo conceitual do outro lado para, só após, conseguirmos julgar o mérito das afirmações (e é claro, estou com a orelha à disposição aos puxões), se eu falo de um aspecto racional, você trata do aspecto simbólico e psicagógico, justamente onde a argumentação não avança, caindo nos equívocos que, com razão, se criticam nos religiosos, refiro-me quanto ao antropomorfismo, e assim, do avesso, está caindo no que, na teologia, se chama de personalismo cristão, enxergar a Deus de forma análoga ao homem, como um Big Brother, e isso é absolutamente normal, até Craig e Plantinga, exemplo de racionalidade teísta, escorregam nisso. Seria como se eu falasse da confusão ontológica sobre a física quântica (me refiro quanto ao desconhecimento sobre o quê, de fato, acontece, e não só do arcabouço matemático subjacente) e esquecesse de todo o aspecto matemático e comprobatório utilizado para que se chegue às afirmações dela, ai fica fácil, mas o negócio não anda, eu não entendo as suas afirmações porque quando diz essas coisas quanto a Deus eu concordo (então eu não vejo um ponto de discórdia), esse Deus ai seria um idiota sádico moralista mas, ai sim, está falando de algo tão absurdo que me parece, ai sim, uma história da Marvel, desse deus que falam só posso dizer: “Sou mais ateu que vocês nesse ponto, pois falam tanto desse deus ai que parecem que até acreditam que Deus seja assim”, a única coisa que interessaria ao Ipsum Esse Subsistens é o ser, que fiquemos no ser, em nosso ser, masturbação? Dispersão, não traz uma nova vida (ao ser), e é menos real que o ato propriamente (enquanto é mediado por medias, sejam fotos ou vídeos, prescindindo de todo o contato real entre seres humanos), o moralismo é uma tentação entre os religiosos mas é algo, pode-se arguir-se sem medo de passar longe da verdade, que toda a humanidade compartilha dessa tendência moralista, é uma estratégia psicossocial. O casamento é melhor do que a vida do onanista MIGTOW? Pode ser que sim, pode ser mais provável, mas pode ser que não, existem diversas formas de como a coisa pode se articular na realidade, tem religiosos que casam só pela putaria, é um afastamento do ser escondido por detrás de um verniz moral, mas mesmo o relacionamento casto pode ter ali equívocos espirituais, afastamentos do ser, é com isso que Deus se importa. Ele quer que permaneçamos no ser e cresçamos no ser, a dissolução nossa em distrações, no que se chama “pecado”, traz efeitos quais eram percebidos desde sempre até entre filósofos gregos, não é preciso nem chamar de “vício”, pode-se omitir a conotação moral, a coisa é simplesmente ontológica. Ao menos minha experiência nunca refutou isso, nunca julguei a pornografia mais real do que o sexo com uma mulher, e dele (do onanismo) tive um prazer mais efêmero e mais cansaço, eis uma forma de sub-humanismo. Agora, aqui posso soar estar não falando sobre as religiões antigas, mas profetizando num deserto sobre uma nova, tamanha a diferença do que imaginam e pensam, mas todo o enfoque religioso é na felicidade e no ser concreto e individual, humano em suma, e é curioso que o niilismo seja um fenômeno especificamente moderno, e que até mesmo o valor da vida humana consiga ser questionado no plano do intelecto, o religioso quer a vida, não a nega, nem nega a alegria, o dolorismo, o enfoque no sofrimento da vida espiritual, é uma heresia, toda a disciplina da kenosis (esvaziamento) tem ela [a alegria] por fim, à vida e a alegria, e não só a vida eterna e a alegria no post-mortem, mas a vida e a alegria aqui e agora! Não há nenhuma negação do humanismo, ao contrário, o humanismo moderno soa, quando olhamos por debaixo de seu tapete, como uma forma de sub-humanismo, um sub-humanismo que acusa o sobrenatural de seus males, a vida é uma desgraça, para que trazer ao mundo mais uma criação.
Mas no que consiste a vida e a alegria? Na teologia da prosperidade? Na ignorância? Não, a ignorância é um fenômeno universal. Dentro da perspectiva religiosa (mais exatamente, dentro da parte mais psicagógica e simbólica da religião) entraríamos em análises cuja verdade seria condicionada a aceitação de premissas e, no máximo, seriam coerentistas. A melhor forma aqui é analisar a alegria, o bem e a vida pela perspectiva da razão natural e ai comparar com a perspectiva religiosa, não pode haver contradição. Mas ok, aqui é um ponto fundamental, o bem e o mal não tem fundamentação no mundo moderno, o Bem supremo se torna, então, um Big Brother, invariavelmente, enquanto Sumo Bem, Summum Bonum, se torna uma suma ficção, penetrando um pouco mais no oceano que proponho (o conhecimento da cosmovisão clássica como condição sem o qual é impossível compreendermos o debate), um dos primeiros passos é reconhecer objetividade ao bem, a partir daí, a partir de uma base ontológica dos valores (o pensamento moderno parte do pressuposto que valores e qualidades são irreais, não é necessariamente assim, como muitas vezes acontece na história o que era no começo um princípio metodológico, considerar como se não existisse, se tornou um preceito ontológico, uma afirmação de que não existem realmente), é aqui que chegou a filosofia antiga, na objetividade do bem, é dai que parte a reflexão teológica, meu modelo filosófico é Sócrates, se o Sócrates antigo foi acusado de impiedade, aquele que se propõe um socratismo moderno acaba por ser acusado do oposto, acusado de piedade! (afirmação principalmente literária, espero que não enfoque nesses trechos). E aqui peço uma licença para fazer uma digressão, interpretamos normalmente o Mito da Caverna de forma ideológica, excluindo dele toda a universalidade do Mito, de forma geral cremos que aqueles que estão na caverna, aqueles que se entregam ao espetáculo das sombras, são quem discordam de nós (não digo que você disse isso ou pensa assim, é que, já que acabei dando mais tempo à questão do que seria prudente dar, vou registrar por aqui), o Mito é melhor aproveitado quando pensamos que todos nós estamos nos deleitando com um espetáculo das sombras, nós e nossos adversários, e mesmo que nossas ideias se assemelhem mais à realidade (enquanto sombras distintas e não um aglomerado amorfo de várias sombras), precisamos alcançar a clareza máxima, que não é um enxergar de sombras, assim, não apreender realmente o outro conceito pode significar imiscuir-se nas sombras que são projetadas pela nossa própria posição obscura, ainda que à luz do dia nossa ideia se revele mais verdadeira, ainda estamos em sua sombra (assim como o interlocutor), vemos o que achamos ser, isso tudo é universal, de todos os lados. Ainda não tive tempo de ver sobre a Epistemologia de Rua que o Necro me recomendou, mas parece que, se o negócio se fundamenta numa forma de socratismo, eu devo estar no caminho certo, com a vantagem de que não excluir uma posição e me inserir, eu mesmo, dentro de um processo filosófico, pois Sócrates não tinha por intuito simplesmente mostrar que o discurso do adversário era contraditório, mas fazer com que o interlocutor participasse, junto com ele, de uma tensão existencial rumo à uma verdade que ele mesmo sabia não possuir completamente (ambos precisam sair da caverna, juntos, de novo e de novo) e daí o não só irônico “só sei que nada sei”, o filósofo ama a sabedoria, não a possuí, se partimos do suposto que a possuímos, nossa articulação existencial não é filosófica, o socratismo não é uma técnica de persuasão, é uma psicagogia, uma condução das almas (de ambos) rumo à vida filosófica. E assim Sócrates, numa determinada questão, poderia ele mesmo falar e realizar o mesmo procedimento dialético com pessoas que tinham opiniões opostas (como quando falo com teístas em conversas não menos cheia de complicações como essa.)
É claro, você pode usar Ockham, mas essa definição não seria boa, “Se sua explicação desperta ramificações ao invés de uma conclusão, tende a estar errada” pois a ciência mesma se envolve em ramificações sem fim e, segundo consta, não chegou e talvez nem possa chegar à uma conclusão, nem por isso está errada. A navalha tem dois gumes. Que conclusão se pode chegar na ciência? Que conclusão se pode chegar ao tratar do Princípio? Não faz sentido falar de um antes? São Tomás não achava que podíamos chegar na conclusão sobre a eternidade ou a temporalidade do universo material nos limites da razão, e isso não dizia nada à fé, e não diz, pois o que se diz é anterioridade ontológica, e não anterioridade temporal, só faz sentido excluir esse conceito quando se parte de uma concepção específica e materialista do tempo, mas falar de filosofia do tempo aqui seria como tentar comprimir uma tempestade numa quadro de previsão do tempo na TV. O Ipsum Esse não estava inserido no tempo, ele é o fundamento, a eternidade não é uma temporalidade que se estende ad infinitum, é “Aeternitas igitur est interminabilis uitae tota simul et perfecta possessio” , “a posse total, SIMULTÂNEA e perfeita de uma vida interminável”, todo o destaque vai à essa palavra, simultânea, a eternidade é pensada como um ponto no meio de um círculo, desse ponto se dão os limites do círculo, mas mesmo que esse universo fosse temporalmente eterno, isso não o tornaria eterno da forma que eternidade tem de ter para se aplicar ao princípio (posse total, simultânea e perfeita), novamente, é a tendência de ver Deus como um Big Brother, que está nos religiosos e em seus críticos, o homem é temporal, Deus criou o homem, Deus é um Big Brother, logo a criação ocorreu antes, temporalmente, do universo. Não. A criação conforme narrada é um mito, simbólico e psicagógico, a criação, em certo sentido (o esclarecimento exato exigiria uma análise muito pormenorizada do mito) se dá à todo momento, ETERNAMENTE À TODO INSTANTE! (grifei pois eu gostei da expressão) Foi na modernidade que começaram com a ideia que Deus poderia ser tipo um relojoeiro (erro do antropomorfismo) que colocou o universo para funcionar e depois começou a descansar, parando de vez em quando de nada fazer para atazanar a humanidade com furações, terremotos, e com seu sádico controle de seus prazeres onanistas. Mas é só uma questão de perspectiva, ó Noctis, sua perspicácia filosófica é louvável, pois você, aqui de Banânia, chegou à Deus de Boécio sem querer, fazendo sem esforço, num post de Reddit, o que um filósofo notável demorou muito para empreender em um livro! Pois quando diz que “nada acontece e tudo acontece ao mesmo tempo.”, tocou de raspão no laboratório quântico de sua mente, basta agora só interpretar os dados, pois disse algo muito próximo de Deus e sua forma de existência “a posse total, SIMULTÂNEA e perfeita de uma vida interminável”, é posse perfeita, então nada muda (nada muda no Ipsum Esse, ele não age de forma que, sua ação exige em si uma mudança, se ele mudasse, precisaria de outro ato, mas ele seria o fundamento último desse outro ato, então, não faz sentido) e, ao mesmo tempo, tudo acontece ao mesmo tempo, tudo aquilo que, perante ele, é principiado, nada acontece no ponto no centro do círculo ainda que ali tudo acontece, um dia chegaremos por um processo racional e filosófico ao Deus de Schrödinger. Um off-topic, é um tema interessante a história do distanciamento e aproximação (sim) da física com algumas posições metafísicas clássicas, como o conceito de materia prima, potentia, etc.
Ok, sobre a ciência não dizer nada sobre a perspectiva do mal parece que concordamos, mas ainda assim parece que meu ponto é a ponta de um iceberg que merece mais carinho, pois assim o Titanic afundou, quando eu disse: “A ciência empírica não tem razão em tratar do mal e do bem, ainda assim, acredito que só podemos contrapor uma tese com outra, e a negação do bem do real mediante a afirmação que o real é mal exige que se tenha ao menos um conceito de mal fundamentado mas, novamente, a ciência se omite tanto do bem tanto do mal, me parece que o conceito do bem e do mal não fazem sentido igualmente na perspectiva ateísta, ME PARECE (realmente quero entender), a coisa acabaria sendo ficcional, se é ficção, é dizer “tirei essa historia do cu e ela é mais racional que esta sua que você tirou do rabo”. A verdade do que se afirma é pressuposto de todo o argumento, o mundo é mal não seria um contra-argumento válido contra Deus se ambas as posições são meras ficções. Agora, você pode dizer, Deus não é bom porque o bem não existe, ai é outra questão, a argumentação é diferente, e o problema é outro até chegarmos à Deus, is a long way to the top.A Ciência não entende como uma questão de mérito, entende que é necessário para ecossistema que o filhote de antílope seja devorado.” É isso ai.
O que eu quis dizer a partir daquele comentário com você e o Assis é que ninguém é obrigado a partir da autointerpretação que uma teoria tem de si mesma, você havia comentado que a ciência faz justamente essa análise de fora, e por isso é mais correta (ou algo assim), eu pontuei que isso é verdadeiro, mas da mesma maneira é essa a autointerpretação da ciência mesma, logo, podemos questionar se essa autointerpretação é correta, se algo não escapa à ela, caso contrário é dogma, não é inteiramente racional. Ora, colher observações para poder desenhar explicações não é monopólio da ciência, ela tem uma metodologia específica de observação e de explicação, particular, antes, se considerava a própria percepção sensorial como fonte de observação, as qualidades eram tidas como objetivas, e tal se discute até hoje, com razão há um gap entre o mundo como compreendido pela física quântica e o mundo como experienciado, surgem explicações do tipo do fisicalismo não-reducionista. Porém, se a metodologia geral da razão não faz sentido, não faz sentido sua metodologia específica, como a específica corretamente apreende o real se a geral (que começa nos sentidos e possui elementos a priori) não faz sentido algum? Como que da ficção surge o conhecimento? Não descobrimos novas teorias nos quadrinhos. O problema não pode ser simplesmente excluído a la Hitchens.
Só para contextualizarmos uma tradução do Prof.Edward Feser (em http://edwardfeser.blogspot.com/2009/09/schrodinger-democritus-and-paradox-of.html ) “O paradoxo epistemológico é um tema maior do livro “Os fundamentos metafísicos da ciência física moderna” de E.A Burtt, (sendo Burtt, um dos vários grandes estudiosos do início do século XX que enfatizaram o caráter problemático da revolução da mecânica, antes que este tema caísse no buraco da memória acadêmica em algum momento da década de 1960).Mas a consciência disso remonta a muito mais longe do que isso - na verdade (e como Schrödinger nos lembra) todo o caminho de volta ao século V a.C., e em particular a Demócrito, um dos pais do atomismo. Em um fragmento famoso, Demócrito imagina uma conversa entre o intelecto, que (como Demócrito naturalmente assumiu) deve endossar o banimento feito pelos atomistas das qualidades sensoriais da natureza, e os sentidos, que formam a base probatória para a teoria atomista:
Intelecto: “A cor é por convenção, doce por convenção, amarga por convenção; na verdade, existem apenas átomos e o vazio. ”
Sentidos: “Mente miserável, de nós você está tirando a evidência pela qual você nos derrubaria? Sua vitória é sua própria queda. ”
Deve-se enfatizar que Demócrito está, louvadamente, chamando a atenção para uma dificuldade diante de uma teoria que ele próprio endossa; e que não temos ideia de como, ou mesmo se, ele tentou resolver isso.”
Estava com planos de escrever outras coisas em outros lugares e acabei me estendendo aqui, irei postar esse comentário no apologética, para ficar mais organizado e salvá-los, se quiser continuar conversando lá. Tomei mais liberdade literária neste comentário, mas acredito, e espero, que não leve a mal, eu particularmente gosto de, independentemente do assunto qual esteja lendo, ler coisas bem distinguidas e bem ilustradas, tipo, penso, “o cara tá errado mas é inteligente e escreve bem”, se quiser fazer uma troca de cervejas, eu gosto de Witbier, só não me passar a faca me pedindo algo de preço anormal e é claro, desde que não more no Acre (*sou do estado de SP*), preciso economizar para o dízimo.
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2020.12.04 16:28 kupshik2 Meu sugar daddy me pede favores estranhos

Seu perfil no Tinder dizia que ele tinha 45 anos, mas parecia ter no máximo 30 anos.
Procurando por um bebê de açúcar. $ 700 semanais. Sem sexo.
Parecia bom demais para ser verdade, mas, como um estudante universitário falido, estava disposto a arriscar. Eu deslizei para a direita e Tinder me disse que era uma combinação. Sua mensagem veio segundos depois.
Ei, querida :)
Eu me encolhi com aquela palavra, eu odiei, mas setecentos dólares eram setecentos dólares, então eu engoli e respondi.
Ei ;)
Seu nome era Jack e ele me disse que era dono de seu próprio negócio, embora nunca tenha especificado que tipo de negócio era. Conversamos um pouco antes que ele pedisse meu Venmo para me enviar o primeiro pagamento.
Depois de alguns minutos, recebi a notificação. Fiquei olhando para os $ 700 por pelo menos vinte minutos, esperando acordar de um sonho a qualquer segundo. Mas não foi um sonho.
Você ainda esta aí?
Eu cliquei na mensagem.
Sim. Desculpe. Se você não se importa que eu pergunte, o que você está procurando em troca?
Eu encarei o bate-papo até que ele respondeu.
Estou apenas procurando você para fazer alguns favores para mim :)
Isso soou como se fosse sexual para mim.
Como o quê?
Por exemplo, a primeira coisa que preciso fazer é pegar uma entrega para mim.
Isso soou inocente o suficiente, mas eu ainda esperava que houvesse algum tipo de reviravolta. Setecentos dólares para pegar um pacote? Vamos lá, mesmo eu não era tão ingênuo.
Do correio ou algo assim?
Não. Vou enviar-lhe o endereço, mas prefiro não fazer isso pelo Tinder. Você tem Kik? Ou você pode me dar seu número.
Kik? O que foi isso, 2011? Decidi dar a ele meu número em vez disso, e ele me mandou uma mensagem com o endereço imediatamente, seguido pelo endereço de sua casa, onde eu teria que deixar o pacote.
Não estou em casa agora, mas há uma chave no fundo do vaso de flores azul perto da porta. Entre e coloque o pacote na mesinha de centro da sala. Certifique-se de trancar a porta ao entrar na casa e, em seguida, tranque-a novamente ao sair.
Peguei as chaves e a carteira do meu carro e entrei no carro, colocando o endereço no Google Maps.
Entendi! Omw.
Meu telefone vibrou enquanto eu saía da garagem.
Estou falando sério. Tranque a porta AMBAS as vezes. Por favor.
Achei que era um pouco excessivo, mas prometi a ele que faria.
A casa parecia abandonada. Ele tinha uma cerca de arame quebrado em torno dele, com uma pequena porta que estava pendurada na minha preciosa vida. Ele se projetou como um polegar dolorido, cercado por casas que eram muito melhores do que aquela em comparação.
"Você está aqui pela merda de Jack?"
Eu olhei para cima para ver um homem parado na porta aberta da casa. Ele ocupou quase todo o espaço, sua cabeça roçando o topo da moldura da porta. Ele era enorme; em altura e músculos, e todo o seu torso estava coberto de tatuagens.
“Uh, sim. Eu acho." Eu respondi, sem me mover do meu lugar na calçada.
"Fique ali mesmo." Ele disse.
Eu fiz. Na verdade, não acho que teria mudado se ele tivesse me pedido. Olhei em volta e percebi que não havia mais ninguém nesta rua. Eu era uma mulher de 21 anos sozinha na rua. Segurei as chaves do meu carro.
Poucos minutos depois, o homem voltou carregando uma caixa de papelão. Era mais ou menos do tamanho de uma caixa de sapatos, mas estava manchado e úmido em alguns cantos.
"Você pode abrir seu carro?" Ele perguntou.
Abri o porta-malas, não querendo que estivesse dentro dos assentos do meu carro e ele o colocou.
"Tudo bem, aí está." Ele disse.
"Obrigado." Eu respondi.
Eu andei até o lado do motorista do carro e abri a porta.
"Ah, e mais uma coisa!" Ele disse.
Eu olhei pra ele.
"Cuidado." Ele disse.
Eu não respondi.
Eu explodi minha música enquanto dirigia para a casa de Jack, esperando que isso afogasse minha ansiedade. Não funcionou.
Estacionei meu carro na calçada de pedra e fiquei dentro do carro, admirando a casa.
Era uma casa enorme; com pilares de pedra na varanda da frente e a grama mais verde que eu já tinha visto na vida. Desliguei o carro e saí. Peguei o pacote e caminhei até a porta da frente, pegando a chave de onde ele disse que estaria.
Abri a porta e entrei, fechando-a atrás de mim.
Pensei no que ele havia dito, sobre trancar a porta quando eu entrasse. Achei que era um pouco exagero, mas enquanto olhava para a porta fechada, algo me fez estender a mão e trancá-la.
Entrei, meus pés amortecidos pelo espesso tapete marrom, e admirei o interior da casa. Todos os móveis eram de madeira e pareciam incrivelmente caros. Provavelmente terminaria a escola uma dúzia de vezes com o dinheiro necessário para mobiliar este lugar.
Coloquei o pacote na mesa de centro e, ao voltar para a porta, ouvi um telefone tocando em algum lugar dentro da casa. Eu congelo.
No meu bolso, meu telefone tocou. Eu tirei para olhar.
Não atenda chamadas que não sejam de Marvin.
Coloquei meu telefone de volta e segui o som do telefone, enfiando minha cabeça em algumas salas diferentes antes de encontrá-lo em um escritório.
Fui até a mesa e olhei para o identificador de chamadas.
Recebendo chamada de Jack.
Isso foi estranho.
Peguei meu telefone para ler a mensagem novamente. Eu estava começando a ficar um pouco assustado e decidi que não responderia, apenas por segurança, e saí de casa, lembrando-me de trancar a porta ao sair.
Eu fiz mais alguns favores para Jack desde então. Eu dirigi um BMW para um parque aleatório em outra cidade, apenas para sair e dirigir um carro diferente de volta para a casa de Jack. Ele me fez encontrar um de seus “empregados” no almoço, que então me deu uma pasta para entregar na primeira casa que eu tinha ido e me disse que saberia se eu olhasse dentro. Em várias ocasiões, ele me pediu para ir até aquela mesma casa e ficar algum tempo com o cara, que se chamava Julio.
No total, ganhei cerca de US $ 3.500.
Mais recentemente, Jack me pediu para passar a noite em sua casa. Acordei com uma mensagem de texto dele.
Eu preciso que você passe a noite na minha casa.
Eu nunca o tinha visto pessoalmente, mas conversei com ele ao telefone algumas vezes. Ele começou a me dizer que me pagaria $ 1000 para passar a noite em sua casa, contanto que eu seguisse algumas regras.
Eu dirigi para sua casa naquela noite. A entrada da garagem estava vazia, e normalmente estava, mas a luz da varanda estava acesa. Subi, destranquei a porta, entrei e tranquei novamente.
Tudo na casa parecia igual. Jack me disse ao telefone que deixaria a lista de regras na mesa da sala de jantar. Coloquei todas as minhas coisas na sala de estar. Minhas bolsas pareciam lixo em comparação com a mobília chique lá.
Eu vaguei até a cozinha e depois para a sala de jantar. Com certeza, havia um pedaço de papel na mesa de madeira, seguro por um copo vazio.
Tranque a porta quando você entrar.
Atenda apenas chamadas de Marvin.
Não abra nenhuma torneira entre 21h e 23h.
Não abra a porta para ninguém - não importa quem digam ser - depois das 22h.
Se a porta do armário no final do corredor estiver aberta, durma na biblioteca. Se fechado, durma em qualquer um dos quartos.
O jardineiro chega à meia-noite. Se ele começar a bater nas janelas, esconda-se.
Ligue a TV e deixe-a ficar estática durante a noite. NÃO SE ESQUEÇA DE FAZER ISSO.
Sirva-se de qualquer coisa na geladeira. :)
Eu vou te pagar pela manhã. Boa noite!
Fiz questão de seguir todas as regras. Para ser sincero, estava arrependido da minha decisão. Mas, como eu já estava aqui e estava sendo pago, decidi ficar mesmo assim. Achei que contanto que seguisse todas as regras, estaria perfeitamente bem.
Ainda assim, parecia um pouco estranho. O que foi isso? Uma casa mal-assombrada?
No entanto, fiquei vagando pela casa por algumas horas, já que planejava dormir por volta das nove, já que era a hora em que todas as coisas estranhas começariam a acontecer. Às 8h50, escovei os dentes, usando a torneira pela última vez antes das 21h.
Eu verifiquei o armário no corredor e ao ver que estava aberto, mudei minhas coisas para a biblioteca e me preparei para dormir no sofá. Eu tranquei as portas apenas no caso, e deitei no sofá, olhando meu telefone. Eu não tinha recebido mais nenhuma mensagem de Jack e comecei a pensar em cenários e razões para explicar por que ele tinha regras tão estritas e peculiares em sua casa.
Eu tinha cochilado em algum momento porque, exatamente às 22h16, fui acordado pela campainha tocando. Eu estava prestes a me levantar para verificar, mas então me lembrei da regra.
Não abra a porta para ninguém - não importa quem digam ser - depois das 22h.
Eu fiquei no sofá, tentando não me mexer, paranóica de que eles ouviriam até mesmo o menor som.
“É a polícia! Abra."
Eu não me mexi.
"Olá? É a polícia! Abra ou vamos entrar. ”
Eu ainda não me mexi, mas podia ouvir meu batimento cardíaco em meus ouvidos.
Houve silêncio por um tempo depois disso.
Então a campainha tocou novamente.
“Ei, é o Jack! Me deixar entrar!"
Parecia Jack, mas ainda assim, eu não me levantei. Ele teria uma chave, não teria? Por que ele precisaria que eu o deixasse entrar?
Isso continuou por quase uma hora inteira; pessoas diferentes tocavam a campainha, se anunciavam e depois desapareciam quando eu não respondia.
Finalmente consegui adormecer e o jardineiro não apareceu.
Quando acordei na manhã seguinte, ouvi alguém na cozinha. Levantei-me lentamente e destranquei a porta o mais silenciosamente possível, levando meu telefone comigo e atravessando a sala de estar e indo para a cozinha.
Parei na entrada e olhei para dentro.
Foi o Jack. Ele estava parado na frente do fogão, mexendo alguma coisa enquanto a máquina de café fazia café no balcão atrás dele.
"Ei! Bom Dia!" Ele disse quando me viu.
"Oi." Eu respondi, nervoso.
Eu não o tinha visto pessoalmente antes, mas ele parecia exatamente como suas fotos online.
"Ovos mexidos?" Ele perguntou, apontando para a panela com uma colher de pau.
"Sim, obrigado!" Eu respondi, caminhando para pegar o prato dele.
Comi meu café da manhã e bebi um pouco de café em silêncio.
"Então, como foi?" Ele perguntou.
"Estava tudo bem. Nada muito estranho aconteceu. ” Eu respondi.
"Legal!" Ele respondeu.
Havia um embaraço na sala.
“Acho que vou agora. Eu tenho aula ... ”Eu parei.
Eu não fiz. Mas eu realmente queria sair de lá.
"Ah não! Sim claro! Vou falar com você outra hora. " Ele respondeu.
Peguei minhas coisas e ele me acompanhou até meu carro. Eu podia vê-lo parado na garagem, olhando para mim enquanto eu saía.
Quando cheguei em casa, desempacotei todas as minhas coisas e percebi que ainda estava com a lista. Sentei na minha cama e li novamente. Senti meu corpo ficar tenso quando percebi que havia esquecido algo.
Ligue a TV e deixe-a ficar estática durante a noite. NÃO SE ESQUEÇA DE FAZER ISSO.
Ligue a TV e deixe-a ficar estática durante a noite. NÃO SE ESQUEÇA DE FAZER ISSO.
NÃO SE ESQUEÇA DE FAZER ISSO.
Olhei para as palavras na página até que perderam o significado.
Ao meu lado, meu telefone vibrou, me trazendo de volta à realidade.
Foi o pagamento de $ 1000.
Olhei para o meu telefone e depois de volta para a lista.
Talvez não tenha sido um passo importante?
Enquanto eu estava pensando sobre isso, uma mensagem de Jack veio.
Não estou na cidade agora, devo voltar na próxima semana, então você está livre de fazer mais tarefas para mim até lá! Acabei de enviar o pagamento, vá fazer algo divertido;)
Eu encarei a mensagem e li novamente.
E de novo.
E mais uma vez para garantir.
Eu não estou na cidade agora.
Pensei nessa manhã e em como Jack estava em sua casa. Como ele me deu café da manhã.
Eu não estou na cidade agora.
Em minutos, um novo texto veio desta vez de um número que eu não reconheci.
Você esqueceu de fazer alguma coisa? ;)
O texto foi seguido por uma foto de Jack - ou quem quer que fosse esta versão de Jack - em frente à TV.
Eu não respondi.
Em seguida veio outra foto, esta era do lado de fora da minha casa.
Foi seguido por outro texto.
Cuidado.


Essa creepypasta não é original, é apenas a versão em português. A original estará nos comentários abaixo.
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2020.12.04 03:50 estimulantesexual Robô da Loto Oficial! Robô da Lotofácil! Robô da Loto Como Usar?

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2020.12.03 03:24 terapashire Vou enviar uma msg, não sei o que esperar

Tomei um pouco de coragem e comecei a escrever um texto pra mandar pra ela. Isso nunca aconteceu antes, não sei q tipo de reação ela pode ter e como devo me preparar para as possíveis respostas.
A msg é bem longa, pretendo contar tudo e desabafar.
“ Oi *, **** aqui 👋🏻 Tudo bom com vc? Ainda lembra de mim? Não? heheh😅
Pois é... eu dei uma sumida mesmo, eu sei. Sei q me afastei de todo mundo lá do ****, talvez tenham achado estranho eu não falar mais nada, não conseguirem mais meu contato e nenhuma explicação minha.
Sei q pode ser mais estranho ainda eu aparecer assim, do nada mandando textão e tentando me explicar.
Pois é bem isso mesmo q vou fazer aqui: dar algumas explicações e desabafar um pouco. Se não se importar.
Eu dei uma sumida mesmo, pra valer, de propósito, ou pelo menos tentei. Não falei mais com ninguém, não dei mais notícias. Não tive mais notícias.
Sumi do mapa, não avisei pra onde ia nem deixei rastros. Não deixei recado a ninguém nem dei explicações. Simplesmente sumi.
Sumi porque acreditava q essa seria a única saída para enfrentar o que viria pela frente, acreditava q meu completo isolamento ia me trazer sossego.
Bem, o q vou te falar agora é algo muito pessoal, sei q não tens nada com minha vida, nem quero causar incômodo ou q sinta culpa por algo. Mas não é nada sério, relaxa.
Desde o final do ano passado não tenho tido mais paz, minha vida deu uma virada muito inesperada e eu não estava pronto pra assumir esse b.o.
Ano passado eu achei q finalmente estava dando um rumo para a minha vida, tinha conseguido arrumar um emprego, tinha começado a sair do aperto e ajudando minha mãe, estava conseguindo terminar meu tcc, tinha encontrado pessoas boas que eram minhas companhias diárias e se tornaram amigos, tinha conquistado o respeito e admiração de todos. E tinha encontrado vc.
Sim, estou enfim te revelando isso. Vc foi a última pessoa q eu realmente gostei.
Bem, e a partir daí vc sabe, veio a minha 1a demissão e foi quando tudo começou a dar ruim.
Eu sou uma pessoa q nunca consegue as coisas fácil na vida, e quando eu começo a perder eu saio fora, desisto fácil, um frouxo - pra ser mais claro, não sei competir, não consigo ter disciplina e ser insistente pra alcançar meus objetivos.
Mas aí a vida me deu de presente uma nova chance. Voltei a trabalhar e voltei com quase tudo aquilo q tinha perdido antes. Tbm tive mais uma chance de me aproximar de vc, mas eu deixei escapar.
Minha insegurança e meu problema com auto-estima nunca permitam q eu deixasse claro meus sentimentos. Meu orgulho tbm interferiu nisto, além de que sou um cara muito lento pra essas coisas.
E eu tbm senti q vc já não estava mais disposta a nada e eu acabei ficando perdido.
Então veio a pandemia e as demissões na empresa, e junto dela a certeza de q mais uma vez estaria sozinho e sem rumo, e dessa vez seria sem volta. Eu já estava mal na época, não iria aguentar ficar por tanto tempo me torturando por algo q não poderia ter. Foi aí q eu tomei a decisão de me afastar.
A ideia era esquecer tudo, dar um reset na minha vida, deixar tudo e todos para trás até encontrar um lugar novo, conhecer pessoas novas e quem sabe me apaixonar de novo.
Mas eu não poderia estar mais errado... a solidão dessa vez só trouxe dor. A gente não tem poder sobre as ilusões q nossa mente produz, e num contexto assim de quase total isolamento, ela se torna nossa maior inimiga. Pela primeira vez na vida admito q tive depressão, ganhei uma gastrite e um problema com ansiedade.
Todo dia eu me arrependia de ter tomado essa decisão, mas meu orgulho sempre vencia o “debate interno” e eu permanecia longe, sofrendo.
E hoje eu estou aqui, contando isso pra ver se me desafogo. Pq era o q eu devia ter feito desde o início. Estou aqui porque eu precisava falar isso pra alguém em algum momento, botar tudo pra fora e falar pra ti tudo o q senti sem medo. Porque bem... é assim q pessoas deveriam agir sempre. Essa foi uma lição q aprendi e estou botando em prática.
Não sei o que vc pode sentir ao receber isto, não quero te causar nenhuma angústia, talvez vc esteja passando por um momento ruim tbm, afinal quase ninguém tá bem nesses dias.
Não quero q sinta pena de mim nem nada, nem se sinta obrigada a ter empatia, vc é livre pra viver e escolher o que quer pra si, vou respeitar isso, prometo. Não precisa responder logo tbm, faça no seu tempo, e nem estou esperando um textão, só quero ter certeza se eu não estava confundindo as coisas. Já é dezembro e esse ano já deu tudo tão errado...
Estou melhorando, procurei ajuda, estou me tratando. Aos pouco vou recompondo minha saúde e colocando a mente no lugar. É um um processo longo, vai levar tempo, e uma parte importante dele é ir resolver as coisas entre as pessoas, falando o q sente. E independente da sua resposta vou ficar bem, acredite.
Bom era isso q eu tinha pra dizer, desculpa qualquer coisa. Fique bem por aí e se cuide sempre! 😊”
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2020.12.02 15:09 BlindEyeBill724 Observações acerca da racionalidade e unidade das religiões a partir das dúvidas de um amigo

Observações acerca da racionalidade e unidade das religiões a partir das dúvidas de um amigo

É claro que os amigos ateus irão arrepiar os pelos devido a essa forma de exposição, peço que se atentem ao que é, as afirmações foram feitas pelo meu amigo e eu simplesmente coloco da forma qual coloquei no e-mail, fica parecendo uma preleção sapiencial a la alguns livros sagrados, não se confundam quanto a isso e, é claro, como sempre digo, o que quiserem perguntar ou criticar, estou à disposição. Só estou querendo esclarecer aquilo que estou pensando enquanto uma simples teoria para aquele que perguntou. Abraço à todos, principalmente ao amigo que me perguntou e insisto para que aqui no Reddit participe. É claro, quem chegou agora pode pegar a coisa andando e ficar confuso, também fiquem a vontade de participar e perguntar.
____________________________________________________
"Podemos dizer que toda religião possui um aspecto racional, mas este é sempre condicional à cada fé."
A parte psicagógica, que envolve toda a pessoa, seus sentimentos, as práticas, os cantos, a doutrina, é racional mas de forma condicional (como você disse, dependendo da aceitação da fé) e coerentista (os elementos da doutrina tem coerência entre si), essa forma de racionalidade é imperfeita, pois a condicionalidade falta-se provar e até mesmo ideias erradas podem ter coerência, por exemplo, o marxismo é coerente entre si em alguns aspectos e, da mesma maneira, a coerência não é garantia da verdade.
"Ou seja, o aspecto racional de cada religião parte de um "fundamento" que a razão não é capaz de assimilar - seria, portanto, um fundamento suprarracional (porque dizer irracional parece pejorativo)."
O fundamento ser suprarracional pode ter vários significados, é perfeitamente divino na religião verdadeira, em alguns casos pode ser simplesmente confusão, não sei se a razão pode ter uma apreensão confusa por si só, talvez Deus dê um empurrãozinho de vez em quando, de vez em quando pode ser uma armadilha espiritual, então pode ser suprarracional ou irracional, e na armadilha até mesmo preterracional, é justamente isso que é difícil (quiça impossível) provar, se fosse fácil provar chegaríamos à Revelação pela razão natural.
"Cada religião, assim, teria seu fundamento, e estes não podem ser comparados entre si, pois não tangem a razão, pois se apresentam como suprarracionais."
Sim, os fundamentos são *suprarracionais, irracionais ou preterracionais, tornando impossível compará-los como partes de um mesmo gênero, o gênero seria uma abstração dessas suas características (porque na religião a parte psicagógico é essencial).*Porém, ela possui elementos racionais puros, isso é importante de se pontuar sempre, como eu disse: “no fiel ambas as esferas se dão conjuntamente, então devemos dizer que temos não só uma esfera, e que a inteligência do fiel se dá numa tensão entre esses três elementos, o evidente (aquilo que apreende como necessário, ou seja, a existência do Princípio), o condicional (no que assente pela fé), e o coerente (realizando o credo ut intelligam, o creio para compreender, onde a inteligência opera após a fé)”. Na prática, na consciência de um fiel, o grau de evidência pode realmente ser baixo, ele pode ser uma pessoa simples, isso não quer dizer que a religião in toto não possa ter elementos puramente racionais, que um filósofo não possa ser cristão e encontrar uma fundamentação puramente racional para a existência do Princípio e ter, ademais, uma intuição altamente coerente de toda a doutrina além dessa evidência do Princípio.
Temos, então, que distinguir bem isto, se é verdade que da razão não podemos dar o salto para a fé, se não podemos passar da inteligência à Revelação por nossas próprias forças, é ainda assim verdade que pela razão se pode SIM chegar ao Princípio, e, uma vez que cheguemos a ele, o que faremos? Socaremos o Princípio no cu? É possível, uma vez que se aceite a existência do Princípio, negar todas as alternativas de união à Ele? Em que medida isso seria racional é algo que está aberto ao debate. Notemos que não só algumas doutrinas são condicionalmente racionais e coerentemente racionais tomadas em si mesmas, pois se o Princípio se alcança por meio da razão natural, e se a elaboração intelectual condiz com aquilo que sabemos pela razão natural, se são coerentes entre si o evidente, o condicional e o coerente, isso dá racionalidade ao condicional e ao coerente, novamente, não pode ser algo completamente errado se condiz com algo que o sabemos pela razão pura. Essa é uma elaboração nova, por isso o grifo.
Quanto ao perenialismo, acho que você entendeu, ele explica a semelhança pela perspectiva de uma mesma Revelação, eu estou dizendo que as semelhanças se dão, ao contrário, pela esfera da razão humana, que ao menos uma mesma revelação não me parece ser necessariamente pressuposta. Que não precisamos pressupor uma única revelação para dar conta das semelhanças. Mas, é claro, esse é só um ponto, eu sou um nada comparado com Guénon.
OBS: É verdade que existe um elemento decisório e coerentista na Ciência, e é a partir daqui que, creio, se deve começar uma apologia sistemática, mas isso é assunto para outro momento.
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2020.11.30 18:33 BlindEyeBill724 Observações acerca da ciência de diversos autores

Observações acerca da ciência de diversos autores


Estes trechos são citados em diversos post’s excelentes do sempre recomendado blog do Prof.Oleniski (em https://oleniski.blogspot.com/) acerca da ciência , o intuito não é provocar, como no trecho em que Proclo compara a astronomia com as fábulas (porém, notemos que muitos cientistas e filósofos da ciência defendem uma leitura não realista da ciência, o que equivaleria a ciência à uma ‘fábula de precisão matemática”) mas somente trazer diversas perspectivas e ponto interessantes. Todas as traduções dele, tirando a de Feyerabend em Farewell to Reason, nesse caso como ele citou em inglês, tomei por bem traduzir.
______________________________________________________________________
"O físico afirma que a ordem na qual ele arranja os símbolos matemáticos a fim de constituir um teoria física é um reflexo cada vez mais claro de uma ordem ontológica de acordo com a qual as coisas inanimadas são classificadas. Qual a natureza dessa ordem que ele afirma? Através de qual tipo de afinidades as essências dos objetos sob observação se aproximam uma das outras? Estas são questões que não são permitidas a ele responder. Ao afirmar que a teoria física tende a uma classificação natural em conformidade com a ordem na qual as realidades do mundo físico estão arranjadas, ele já excedeu o limite do domínio no qual seus métodos podem ser legitimamente exercidos. Por fortes razões esse método não pode descobrir a natureza dessa ordem ou dizer o que ela é. Precisar a natureza dessa ordem de forma exata é definir uma cosmologia. Expô-la a nossos olhos é expor um sistema cosmológico. Em ambos os casos é realizar um trabalho que não pertence essencialmente ao físico, mas ao metafísico." (tradução própria do original em francês)
PIERRE DUHEM, La Théorie Physique, son objet et sa structure, p.407
"Não se deve evitar toda contradição. É necessário tomar seu partido. Duas teorias contraditórias podem, com efeito, desde que não sejam misturadas e que não se estaja buscando o fundo das coisas, ser ambas instrumentos úteis de pesquisa."
HENRI POINCARÉ, apud, Pierre Duhem
"Se nos restringimos a invocar somente razões de lógica pura, não se pode impedir um físico de representar por diversas teorias inconciliáveis diversos conhuntos de leis ou mesmo um grupo único de leis. Não é possível condenar a incoerência na teoria física."
PIERRE DUHEM, La Théorie Physique, son objet, sa structure, p.148
"O que é uma teoria física? Um grupo de proposições matemáticas cujas consequências devem representar os dados da experiência. A validade de uma teoria é medida pelo número de leis experimentais que ela representa e pelo grau de precisão pelo qual ela as representa; se duas teorias diferentes representam os mesmos fatos com o mesmo grau de aproximação, o método físico considera-as como tendo absolutamente a mesma validade; ele não tem o direito de ditar nossa escolha entre essas duas teorias equivalentes e é obrigado a nos deixar livres. Sem dúvida, o físico vai escolher entre essas duas teorias logicamente equivalentes, mas os motivos que vão guiar sua escolha serão considerações de elegância, de simplicidade, de comodidade, razões de conveniência essencialmente subjetivas, contingentes e variáveis de acordo com o tempo, as escolas e as pessoas. Por mais graves que esses motivos possam ser em alguns casos, eles não serão jamais de tal natureza que a adesão a uma das teorias ou a rejeição da outra sejam consequências necessárias deles." (tradução minha do original em francês)
PIERRE DUHEM, Physique de Croyant
"Penso que essa 'terceira posição' não é muito assustadora ou mesmo surpreendente. Ela preserva a doutrina galileana de que o cientista busca uma descrição verdadeira do mundo, ou de alguns de seus aspectos, e uma explicação verdadeira dos fatos observados; e ela combina essa doutrina com a visão não-galileana que - não obstante isso permaneça o objetivo do cientista - ele não pode jamais saber com certeza se suas descobertas são verdadeiras, embora ele possa algumas vezes estabelecer com razoável certeza que uma teoria é falsa. Pode-se formular brevemente essa 'terceira visão' das teorias científicas dizendo que elas são genuínas conjecturas - palpites altamente informativos sobre o mundo que, embora não verificáveis (isto é, capazes de serem provados verdadeiros) podem ser submetidos a severos testes. Eles são tentativas sérias de descobrir a verdade." (Tradução minha do original em inglês. Itálicos no original).
KARL POPPER, Conjectures and Refutations, p. 154
"Ora, essas duas questões: 'existe uma realidade material distinta das aparências sensíveis?' e 'de qual natureza é tal realidade?' não pertencem de forma alguma ao método experimental. Este só conhece as aparências sensíveis e não pode descobrir nada que as ultrapasse. A natureza dessas questões transcende os métodos de observação empregados pela Física. Ela é objeto da Metafísica. Então, se as teorias físicas têm por objetivo explicar as leis experimentais, a Física teórica não é uma disciplina autônoma. Ela está subordinada à Metafísica." (tradução minha do original em francês)
PIERRE DUHEM, La Théorie Physique: son objet, sa structure, p. 31 (itálicos no original)
"Quando certas consequências de uma teoria são refutadas pelo experimento nós aprendemos que essa teoria deve ser modificada, porém não nos é dito pelo experimento o que deve ser mudado. Ele deixa para o físico a tarefa de encontrar o ponto fraco que atrapalha todo o sistema. Nenhum princípio absoluto dirige essa busca, a qual diferentes físicos podem conduzir em formas muito diferentes sem terem o direito de acusar um ao outro de ilogicidade. Por exemplo, alguém pode se obrigar a salvaguardar certas hipóteses fundamentais enquanto tenta restabelecer a harmonia entre as consequências da teoria e os fatos complicando o esquematismo no qual essas hipóteses são aplicadas invocando várias causas de erros e multiplicando correções. O outro físico, desdenhando tais complicados procedimentos artificiais, pode decidir mudar algumas das afirmações essenciais que suportam todo o sistema."
PIERRE DUHEM, The Aim and Structure of Physical Theory, pag.217
“É possível, diz ele, dar a razão de uma coisa de dois modos diferentes. A primeira consiste em provar de maneira suficiente um certo princípio. É assim que na Cosmologia [Scientia Naturalis] dá-se uma razão suficiente para provar que o movimento do céu é uniforme. No segundo modo, não se prova de uma maneira suficiente o princípio, mas o princípio sendo postulado no início, mostra-se que suas consequências concordam com os fatos. Assim, em Astronomia, é proposta a hipótese dos epiciclos e das excêntricas, pois, posta essa hipótese, as aparências sensíveis dos movimentos celestes podem ser salvaguardados. Contudo, isso não é uma razão suficientemente probante, pois elas poderiam ser salvaguardadas por uma outra hipótese.”
TOMÁS DE AQUINO

"O positivismo é filho do fracasso e da renúncia. Nasceu da astronomia grega e sua melhor expressão é o sistema de Ptolomeu. O positivismo foi concebido e desenvolvido, não pelos filósofos do século XIII, mas pelos astrônomos gregos que, tendo elaborado e desenvolvido o método do pensamento científico - observação, teoria hipotética, dedução e, finalmente, verificação através de novas observações -, acharam-se diante da incapacidade de penetrar no mistério dos verdadeiros movimentos dos corpos celestes, e que, em consequência, limitaram suas ambições a uma operação de salvamento dos fenômenos, isto é, a um tratamento puramente formal dos dados da observação, tratamento que lhes permitia fazer predições válidas, mas cujo preço era a aceitação de um divórcio definitivo entre a teoria matemática e a realidade subjacente."
ALEXANDRE KOYRÉ, As origens da Ciência Moderna

"A originalidade européia, a qual se evidencia muito palpavelmente na ciência, tem sua origem no Evangelho, cuja pregação plantou fundo nas mentes européias, muito antes de Bacon e Descartes, a convicção de que o universo era o produto racional do Criador e de que, como cristãos, eles tinham se tornado mestres e donos da natureza. O novo Organon da ciência não estava no extenso tatear de Bacon sobre fatos na maior parte das vezes irrelevantes, mas na convicção partilhada bem antes dele de que, uma vez que o mundo era racional, ele poderia ser compreendido pela mente humana, embora, como produto de um Criador, ele não podesse ser derivado da mente do homem, uma criatura. É óbvio que as sementes do Evangelho, ou mais concretamente do credo cristão, o qual afirma ao mesmo tempo a Antiga e a Nova Aliança, precisaram de uma matriz natural, social e psicológica para germinar em palpáveis originalidade e gênio sobre a natureza." (tradução minha do original em inglês)
STANLEY JAKI, The Origin of Science and the Science of its Origin, p.21
"Eu defendo que a racionalidade e a progressividade de uma teoria estão mais intimamente ligadas não à sua confirmação ou à sua refutação, mas sobretudo com sua eficácia na resolução de problemas." (Tradução própria)
LARRY LAUDAN, Progress and its Problems: Towards a Theory of Scientific Growth
"As teorias de Eudoxo e de Calipe eram construções puramente matemáticas. Nenhum desses dois astrônomos afirmava o que quer que seja sobre a mecânica dos movimentos celestes, da natureza das esferas concêntricas, nem da maneira na qual o movimento se transmitia de uma à outra. O modelo de Eudoxo sofreu uma nova modificação nas mãos de Aristóteles, que pretende utilizar essa teoria matemática para torná-la a base de um sistema mecânico. Aquilo que o interessava não era somente tentar reduzir as trajetórias observáveis dos planetas a combinações de movimentos circulares simples, mas também, e mais particularmente, compreender como se efetuava a transmissão do movimento, desde a esfera mais externa do céu, até à região sublunar."
G.E.R. LLOYD, Early Greek Science: Thales to Aristotle (tradução própria)
"Não se chega ao conhecimento científico pela aplicação de algum procedimento de inferência indutiva a dados coligidos anteriormente, mas, antes, pelo que é frequentemente chamado 'método da hipótese', isto é, pela invenção de hipóteses como tentativas de de resposta ao problema em estudo e submissão dessas hipóteses à verificação empírica. (...) Como já notamos anteriormente, uma verificação numerosa, com resultados inteiramente favoráveis não estabelece a hipótese conclusivamente; fornece apenas um suporte mais ou menos sólido para ela." CARL GUSTAV HEMPEL, Filosofia da Ciência Natural, p.30/31\*
"No centro geométrico do vasto, embora esférico, universo aristotélico medieval, descansa uma Terra esférica. Contrariamente à enganosa concepção popular contemporânea de que antes da descoberta da América por Cristóvão Colombo acreditava-se que a Terra era plana, nenhum defensor importante da Terra-plana foi conhecido no ocidente latino. Os argumentos de Aristóteles acerca da Terra esférica eram tão razoáveis e convincentes que sua verdade foi imediatamente aceita. Como evidência observacional, ele invocou as linhas curvas sobre as superfície da Lua, inferindo corretamente que estas eram projetadas pela sombra de uma Terra esférica interposta entre o Sol e a Lua. Ele também notou que mudanças na posição sobre a superfície da Terra traziam diferentes configurações estelares à visão, indicando uma superfície esférica."
EDWARD GRANT, Physical Science in the Middle Ages, p. 61

"Quando se trata de coisas sublunares, nós nos contentamos em tomar em conta aquilo que produz na maior parte dos casos, por causa da instabilidade da matéria que as forma. Quando, por outro lado, queremos conhecer as coisas celestes, usamos o sentimento, e fazemos apelo a uma multidão de artifícios muito distantes de toda verossimilhança. Portanto, nós que estamos colocados, como se diz, no lugar mais baixo do universo, devemos nos contentar com a aproximação de cada uma dessas coisas. Que tal é o caso torna-se manifesto pelas descobertas que se fazem sobre as coisas celestes; pois de diferentes hipóteses tiram-se as mesmas conclusões relativas aos mesmos objetos; entre essas hipóteses, existem as que salvam os fenômenos por meio de epiciclos, outras por meio de excêntricos, outras por meio de esferas desprovidas de astros e girando em sentido inverso.
Os deuses, certamente, possuem um julgamento mais seguro; mas, quanto a nós, precisamos contentar-nos em atingir apenas a aproximação dessas coisas; pois somos homens...de modo que falamos de acordo com o que é verossímil e os discursos que fazemos assemelham-se a fábulas."
PROCLUS DIADOCHUS, Comentário ao Timeu de Platão

"A pesquisa bem-sucedida não obedece a padrões gerais; ela depende agora de um truque, ora de outro, e os movimentos que a avançam nem sempre são conhecidos pelos que a movem. Uma teoria da ciência que concebe padrões e elementos estruturais de todas as atividades científicas que a autoriza por referência a alguma teoria da racionalidade pode impressionar quem está de fora - mas é um instrumento muito bruto para as pessoas que com ela trabalham, isto é, para cientistas que enfrentam algum problema de pesquisa concreto. (...) Uma teoria da ciência é, então, impossível . Tudo o que temos é o processo de pesquisa e, lado a lado com ele, todos os tipos de regras práticas que podem nos ajudar em nossa tentativa de promover o processo, mas que podem nos levar ao erro."
PAUL FEYERABEND, Farewell to Reason, p. 281/283

"Galileu progrediu mudando as ligações familiares entre palavras e palavras (introduzindo novos conceitos), entre palavras e sensações (introduzindo novas interpretações naturais), recorrendo a princípios novos , desconhecidos (como sua lei de inércia e seu princípio da relatividade universal) e alterando o núcleo sensorial dos enunciados de observação. Ele foi estimulado pelo desejo de adaptar o ponto de vista copernicano. O copernicanismo se choca claramente com certos fatos evidentes, é incompatível com princípios bem estabelecidos e não é ajustado à “gramática“ da linguagem ordinária falada. Enfim, não é ajustado às “formas de vida” que contêm esses fatos e princípios e essas regras de gramática. Mas nem as regras nem os princípios são sacrossantos. (...) Podemos então mudar, criar novos fatos e novas regras gramaticais." PAUL FEYERABEND

"A dissolução do Cosmo, repito, me parece a revolução mais profunda realizada ou sofrida pelo espírito humano desde a invenção do Cosmo pelos gregos. É uma revolução tão profunda, de consequências tão remotas, que, durante séculos, os homens (...) não lhe apreenderam o alcance e o sentido. Ainda agora, ela é muitas vezes subestimada e mal compreendida."
ALEXANDRE KOYRÉ
"O que é exato no que concerne à posição de Sir Karl (...) é a idéia da testabilidade em princípio. (...) O que é vago, no entanto, com respeito à minha posição são os critérios reais (se é isto que se requer) que devem ser aplicados quando se decide que determinada incapacidade de resolução de enigmas (puzzles) há de ser ou não atribuída à teoria fundamental, tornando-se assim uma ocasião de grande preocupação. Essa decisão, contudo, é idêntica em espécie à decisão sobre se o resultado de determinado teste falseia ou não determinada teoria, e sobre esse assunto Sir Karl é necessariamente tão vago quanto eu."
THOMAS KUHN, Reflexões sobre meus críticos, In. A Crítica e o Desenvolvimento do Conhecimento, p.306, trad. Octavio Mendes Cajado, Ed. Cultrix
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2020.11.30 17:11 BlindEyeBill724 Lendo Rosenberg, Part II de XI, tradução do Prof.Edward Feser

Lendo Rosenberg, Part II de XI, tradução do Prof.Edward Feser


Este post é a continuação das traduções dos artigos que o Prof.Edward Feser escreveu a respeito do livro “The Atheist’s Guide to Reality” (o outro já traduzido se encontra aqui https://www.reddit.com/ApologeticaCrista/comments/jxtr9g/lendo_rosenberg_part_i_de_xi_tradu%C3%A7%C3%A3o_do/ )
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Vimos na parte I desta série que o novo livro de Alex Rosenberg, "The Atheist’s Guide to Reality", é menos sobre ateísmo do que sobre cientificismo, a visão de que somente a ciência nos dá conhecimento da realidade. Isso ocorre em dois aspectos. Em primeiro lugar, o ateísmo de Rosenberg é apenas uma implicação entre outras de seu cientificismo, e o objetivo do livro é esclarecer o que mais se segue do cientificismo, em vez de dizer muito em defesa do ateísmo. Em segundo lugar, que se segue de seu cientificismo é, portanto, o único argumento que Rosenberg realmente dá para o ateísmo. Portanto, muito do que ele tem a dizer, em última análise, repousa sobre seu cientificismo. Se ele não tem bons argumentos para o cientificismo, então ele não tem bons argumentos para o ateísmo ou para a maioria das outras conclusões mais bizarras que ele defende no livro.
Então, Rosenberg tem bons argumentos para o cientificismo? Não. Na verdade, ele tem apenas um argumento a favor, e é terrível.
O que é cientificismo?
Antes de olharmos para o argumento, vamos considerar como Rosenberg caracteriza o cientificismo:
“Cientificismo”… é a convicção de que os métodos da ciência são a única maneira confiável ​​de garantir o conhecimento de qualquer coisa; que a descrição do mundo pela ciência está correta em seus fundamentos; e que, quando “completo”, o que a ciência nos diz não será surpreendentemente diferente do que nos diz hoje. (pp. 6-7)

Como já observei em outro lugar, o problema com a afirmação de que a ciência é a única fonte confiável de conhecimento é que ela é autodestrutiva ou trivial - autodestrutiva se interpretarmos de forma restrita o que conta como "ciência" (uma vez que o cientificismo é em si uma teoria metafísica e epistemológica e não uma visão que a física, a química ou qualquer outra ciência em particular tenha estabelecido) e trivial se interpretarmos "ciência" de forma ampla (já que, nesse caso, a filosofia, e em a metafísica e a epistemologia particulares contam como “ciências” não menos do que a física, a química e outras). Rosenberg certamente evita o segundo chifre desse dilema. Pois sua interpretação do que conta como "ciência" é muito estreita, de fato:
Se quisermos ser científicos, temos que atingir nossa visão da realidade a partir do que a física nos diz sobre ela. Na verdade, teremos que fazer mais do que isso: teremos que abraçar a física como toda a verdade sobre a realidade. (p. 20)
Certamente, ele não nega que a química, a biologia e a neurociência também nos fornecem conhecimento. Mas isso é apenas porque ele pensa que eles são redutíveis à física: “Os fatos físicos fixam todos os fatos. [Isso] significa que os fatos físicos constituem, determinam ou provocam todos os demais fatos. ” (p. 26)
Agora, alguns naturalistas contestarão neste ponto, preferindo um "fisicalismo não reducionista", ou um "emergentismo" ou alguma outra doutrina diferente do reducionismo radical de Rosenberg. Como vários químicos e filósofos da química têm argumentado nos últimos anos, é no mínimo discutível se mesmo a química é realmente redutível à física. (Para uma visão geral útil da literatura, consulte o capítulo 5 do livro Philosophy of Chemistry de J. van Brakel. Também é útil o artigo da Enciclopédia de Filosofia de Stanford sobre a filosofia da química.) O reducionismo em biologia está ainda mais obviamente aberto a desafios. E, claro, se a consciência e o pensamento e ação humanos podem ser explicados em termos fisicalistas é notoriamente controverso mesmo entre os próprios naturalistas - Fodor, McGinn, Searle, Nagel, Levine, Strawson e Chalmers são apenas alguns dos filósofos naturalistas proeminentes da mente que têm criticado as tentativas existentes de seus companheiros naturalistas de explicar a mente em termos puramente materialistas.
Agora, eu simpatizo com esses argumentos, mas não acho que eles estabelecem uma forma alternativa de naturalismo. Pois o que eles mostram, eu argumentaria, é que as características de nível superior da realidade material não são menos reais do que as características de nível inferior, que as características de nível inferior não são de alguma forma ontologicamente privilegiadas. E, dessa forma, eles mostram (mesmo que apenas incipientemente, e mesmo que seus proponentes muitas vezes não percebam) que algo como uma concepção holística e aristotélica das substâncias materiais está correta, afinal. Falar de "emergência", "fisicalismo não redutivo" e coisas do gênero falsifica isso, porque insinua que as características de nível inferior descritas pela física ainda são de alguma forma mais fundamentais do que as de nível superior, mesmo que as de nível superior são consideradas irredutíveis. Este último, está implícito, de alguma forma tem que “emergir” do primeiro. Tais visões tendem a soar obscurantistas precisamente porque equivalem a uma posição intermediária instável entre o naturalismo reducionista da variedade de Rosenberg e o anti-reducionismo aristotélico tradicional.

Eu diria, então, que é preciso ir até o fundo do poço pelo reducionismo ao estilo de Rosenberg ou jogar fora toda a estrutura naturalista (junto com a "emergência" e outras meias-medidas) e retornar a uma metafísica aristotélica desenvolvida de substâncias materiais. Nessa medida, acho que Rosenberg está certo em sustentar que se alguém está comprometido com o cientificismo, então ele deveria sustentar que "os fatos físicos fixam todos os fatos". (Obviamente, alguns vão contestar esta condição, mas uma vez que constitui um ponto de acordo entre Rosenberg e eu, não vou prosseguir com isso aqui.)

Se Rosenberg evita um dos chifres do dilema, entretanto, ele se joga de cabeça no outro. Pois como exatamente o cientificismo foi estabelecido pela física, química, biologia ou mesmo neurociência (se permitirmos, por uma questão de argumento, que a neurociência é redutível à física)? O cientificismo faz previsões que foram rigorosamente confirmadas? Existe algo como um experimento de Michelson-Morley em que o cientificismo prova seu sentido de uma maneira como nenhuma teoria rival faz? Fazer tais perguntas é respondê-las. O fato é que a neurociência não chegou nem perto de descobrir exatamente o que acontece no cérebro quando os cientistas formam hipóteses, constroem teorias, fazem inferências preditivas, desenvolvem testes experimentais, escrevem seus resultados, submetem-nos à revisão por pares, etc. Quer dizer, a neurociência nem mesmo explicou a prática da própria ciência em categorias puramente neurocientíficas, muito menos mostrou que nenhuma outra prática pode produzir conhecimento genuíno. O cientificismo permanece o que sempre foi - uma especulação puramente metafísica e não uma teoria empírica, muito menos uma teoria empírica confirmada.
Sem dúvida, seremos tratados neste ponto com alguns acenos de mão no sentido de que mesmo que a neurociência “ainda” não tenha explicado totalmente a prática científica, também não revelou qualquer evidência de que existem outras fontes de conhecimento além da ciência. Mas se a neurociência é a única fonte genuína de conhecimento sobre como chegamos a ter conhecimento, isso é parte do que está em jogo na disputa entre o cientificismo e seus críticos. Portanto, argumentar “Não temos evidências neurocientíficas de que exista qualquer fonte genuína de conhecimento além da ciência, portanto, não há motivos para acreditar que existam tais fontes alternativas” seria simplesmente realizar uma petição de princípio.
A joia de Rosenberg
Tudo isso poderia parecer discutível se Rosenberg tivesse um argumento realmente poderoso a favor do cientificismo. Mas ele não tem. David Stove certa vez deu o rótulo irônico de “a Joia” a um argumento de Berkeley a favor do idealismo que ele considerava especialmente ruim. O argumento de Rosenberg para o cientificismo deixa Berkeley no chinelo, pois é uma verdadeira joia. Ele afirma isso várias vezes no livro:
O sucesso tecnológico da física é por si só suficiente para convencer qualquer pessoa com ansiedade sobre o cientificismo de que, se a física não estiver "acabada", certamente tem os contornos gerais da realidade bem compreendidos. (p. 23)
E não é apenas a exatidão das previsões e a confiabilidade da tecnologia que exige que coloquemos nossa confiança na descrição da realidade pela física. Como as previsões da física são tão precisas, os métodos que produziram a descrição devem ser igualmente confiáveis. Caso contrário, nossos poderes tecnológicos seriam um milagre. Temos as melhores razões para acreditar que os métodos da física - combinando experimento controlado e observação cuidadosa com requisitos principalmente matemáticos sobre a forma que as teorias podem assumir - são os adequados para adquirir todo o conhecimento. Identificar alguma área de “investigação” ou “crença” como isenta de exploração pelos métodos da física é um special pleading ou autoengano. (p. 24)
A precisão fenomenal de sua previsão, o poder inimaginável de sua aplicação tecnológica e a extensão e os detalhes de tirar o fôlego de suas explicações são razões poderosas para acreditar que a física é toda a verdade sobre a realidade. (p. 25)
O argumento de Rosenberg, então, é essencialmente estes:
  1. O poder preditivo e as aplicações tecnológicas da física não têm paralelo com os de qualquer outra fonte de conhecimento.
  2. Portanto, o que a física nos revela é tudo o que é real.
Quão ruim é esse argumento? Quase tão ruim quanto este:
  1. Os detectores de metal tiveram muito mais sucesso em encontrar moedas e outros objetos metálicos em mais lugares do que qualquer outro método.
  2. Portanto, o que os detectores de metal nos revelam (moedas e outros objetos metálicos) é tudo o que é real.
Os detectores de metal estão ligados aos aspectos do mundo natural suscetíveis de detecção por meios eletromagnéticos (ou qualquer outro). Mas por melhor que executem essa tarefa - na verdade, mesmo se tivessem sucesso em todas as ocasiões em que foram implantados - simplesmente não aconteceria por um momento que não há aspectos do mundo natural além daqueles aos quais são sensíveis . Da mesma forma, o que a física faz - e não há dúvida de que o faz de maneira brilhante - é capturar aqueles aspectos do mundo natural suscetíveis de modelagem matemática que torna possível a previsão precisa e a aplicação tecnológica. Mas aqui também, simplesmente não segue por um momento que não há outros aspectos do mundo natural.
Aqueles que rejeitam o cientificismo de Rosenberg, então, não são culpados de "special pleading ou autoengano", apesar da fanfarronice condescendente de Rosenberg. Em vez disso, eles são (ao contrário de Rosenberg) simplesmente capazes de reconhecer um non sequitur descarado quando o veem. Infelizmente, fanfarronice condescendente é tudo o que Rosenberg sempre oferece, além de seu non sequitur favorito. Aqui está um pouco mais:
"Cientificismo" é o rótulo pejorativo dado à nossa visão positiva por aqueles que realmente querem ter seu bolo teísta e jantar à mesa das generosidades da ciência também. Os oponentes do cientificismo nunca acusariam seus cardiologistas, mecânicos de automóveis ou engenheiros de software de “cientificismo” quando sua saúde, planos de viagem ou navegação na Web estivessem em perigo. Mas tente submeter seus costumes e normas não científicas, sua música ou metafísica, suas teorias literárias ou política ao escrutínio científico. A resposta imediata das cartas humanitárias indignadas é "cientificismo". (p. 6)
De acordo com Rosenberg, então, a menos que você concorde que a ciência é a única fonte genuína de conhecimento, você não pode consistentemente acreditar que ela nos dá algum conhecimento genuíno. Isso é tão plausível quanto dizer que, a menos que você pense que os detectores de metal por si só podem detectar objetos físicos, então você não pode consistentemente acreditar que eles detectam quaisquer objetos físicos. Talvez alguém que pensa que os detectores de metal nos dão um conhecimento exaustivo do mundo poderia escrever um "Guia para a realidade do Metalicista" e "argumentar" da seguinte forma:

“Metalicismo” é o rótulo pejorativo dado à nossa visão positiva por aqueles que realmente querem ter sua pedra, água, madeira e bolos de plástico e jantar na mesa de generosidades metálicas também. Os oponentes do metalicismo nunca acusariam seus amigos donos de detectores de metal de “metalicismo” quando eles precisassem de ajuda para encontrar as chaves do carro ou moedas perdidas no sofá. Mas tente submeter seus costumes e normas não metálicas, sua música ou metafísica, suas teorias literárias ou políticas ao escrutínio metalúrgico. A resposta imediata de cartas humanitárias indignadas é "metalicismo".
Claro, “metalicismo” é absurdo. Mas também é o cientificismo de Rosenberg.
Aqueles que estão em dívida com o cientificismo estão fadados a protestar que a analogia não é boa, com base no fato de que os detectores de metal detectam apenas parte da realidade, enquanto a física detecta a totalidade. Mas tal resposta seria simplesmente uma petição de princípio, pois se a física realmente descreve toda a realidade é precisamente o que está em questão.
Estou sendo duro com Rosenberg, e ele merece por apresentar argumentos tão transparentemente ruins e com tanta arrogância. Mas é justo notar que ele não está sozinho na ilusão de que sua Joia é uma espécie de argumento arrasador para o cientificismo. Ouve-se esse estúpido non sequitur repetidamente quando discutimos com os novos tipos ateus. Está implícito toda vez que algum "Internet Infidel" pergunta triunfantemente: "Onde estão os sucessos preditivos e as aplicações tecnológicas da filosofia ou da teologia?" Isso é tão impressionante quanto nosso ficcional “metálico” presunçosamente exigente: “Onde estão os sucessos de detecção de metais de jardinagem, culinária e pintura?” - e então cumprimentando seus colegas metalicistas quando não podemos oferecer nenhum exemplo, pensando que ele estabeleceu que plantas, alimentos, obras de arte e, na verdade, qualquer coisa não metálica são inexistentes. Pois por que deveríamos acreditar que somente métodos capazes de detectar metais nos dão acesso genuíno à realidade? E por que deveríamos acreditar que, se algo é real, então deve ser suscetível à predição matematicamente precisa e à aplicação tecnológica característica da física? Eu suponho que não há resposta para esta pergunta que não implemente a pergunta.

Como sempre, as gerações anteriores de céticos foram mais sábias do que a geração intelectualmente atrasada de Dawkins. Por exemplo, Bertrand Russell estava bem ciente de que, longe de nos dar uma imagem exaustiva da realidade, a física na verdade nos dá é quase o oposto e é ininteligível, a menos que haja mais na realidade do que aquilo que ela nos revela:
Nem sempre se percebe o quão excessivamente abstrata é a informação que a física teórica tem a oferecer. Ele estabelece certas equações fundamentais que permitem lidar com a estrutura lógica dos eventos, deixando-o completamente desconhecido qual é o caráter intrínseco dos eventos que a possuem. Só conhecemos o caráter intrínseco dos eventos quando eles acontecem conosco. Nada na física teórica nos permite dizer algo sobre o caráter intrínseco dos eventos em outros lugares. Eles podem ser exatamente como os eventos que acontecem conosco ou podem ser totalmente diferentes de maneiras estritamente inimagináveis. Tudo o que a física nos dá são certas equações que fornecem propriedades abstratas de suas mudanças. Mas quanto ao que muda, e do que muda de e para - quanto a isso, a física silencia. (Meu Desenvolvimento Filosófico, p. 13)
Além disso, o tremendo sucesso da física na previsão e na aplicação tecnológica é precisamente o resultado de sua negligência deliberada de qualquer aspecto da realidade que não se encaixe em seus métodos orientados matematicamente. Os primeiros pensadores modernos, como Bacon e Descartes, procuraram reorientar a ciência em uma direção prática e tecnológica deste mundo. A matemática facilitou isso; aspectos do mundo que não podiam ser modelados matematicamente eram uma distração. Consequentemente, eles foram relegados ao status de meras “qualidades secundárias” ou tratados como características que são o estudo apropriado da metafísica ao invés da física. Essa foi menos uma descoberta metafísica, porém, do que uma estipulação metodológica. Se você se propõe a estudar apenas os aspectos da realidade que podem ser rigorosamente previsíveis e controláveis, você certamente descobrirá que esses são os únicos que descobrirá. Mas é absurdo fingir que você mostrou assim que não há outros aspectos da realidade, assim como seria absurdo para o "metalicista" fingir que seu foco exclusivo sobre os objetos que podem ser detectados eletromagneticamente mostra que não há não metais. (Veja A Última Superstição para uma discussão mais detalhada deste tema.)
O que Rosenberg e outros em dívida com o cientificismo fizeram, então, foi simplesmente confundir método com metafísica (um risco ocupacional da ciência pós-galileana e da filosofia pós-cartesiana, como advertiu EA Burtt em seu livro clássico The Metaphysical Foundations of Modern Physical Science) . A confusão falaciosa da epistemologia e da metafísica é, obviamente, também uma característica de muitos argumentos idealistas, razão pela qual Stove pensava que eles mereciam nosso desprezo. Ainda mais apropriadamente, então, podemos rotular o argumento de Rosenberg como uma "Joia".
Cientificismo versus teleologia
Entre as características do mundo que a física ignora deliberadamente para seus propósitos, estão aquelas que envolvem causalidade final. Como Rosenberg escreve:
Desde que a física atingiu seu passo com Newton, ela excluiu propósitos, objetivos, fins ou projetos na natureza. Ele proíbe firmemente todas as explicações que são teleológicas ... (p. 40)
Como as palavras “exclusão” e “proibição” indicam, porém, isso é, mais uma vez, apenas uma estipulação metodológica. Por si só, não nos diz absolutamente nada sobre se a teleologia é real. Novamente, se o projetista de um detector de metal disser "Para fins de detecção de metal, vamos ignorar todas as características dos objetos que buscamos, exceto suas propriedades eletromagnéticas", então ele naturalmente não prestará atenção se este ou aquele objeto é uma moeda, ou uma chave, ou uma tachinha, ou mesmo se ela é feita de ferro em vez de níquel. Mas, obviamente, isso não significa que as únicas propriedades reais dos objetos que o detector de metais encontra são suas propriedades eletromagnéticas, e que devemos ser eliminitivistas sobre moedas, chaves, tachinhas, ferro e níquel. Da mesma forma, uma vez que as características teleológicas não podem ser modeladas matematicamente, os primeiros modernos - pensadores que, seguindo Bacon e Descartes, queriam transformar a ciência em uma direção prática e mundana e, portanto, em um foco na previsão e controle - decidiram ignorá-los. Mas (como não pode ser repetido com muita frequência), isso simplesmente não significa que tais recursos não existam.
Rosenberg, sem dúvida, acha que um apelo à navalha de Ockham justifica tal inferência. Ele escreve:
Desde Newton, há 350 anos, [a física] sempre teve sucesso em fornecer uma teoria não teleológica para lidar com cada um dos novos desafios explicativos e experimentais que enfrentou. Esse histórico é uma evidência tremendamente forte para concluir que seus problemas ainda não resolvidos se submeterão a teorias não teleológicas. (p. 40)
A implicação é que, uma vez que a física nunca precisou postular as causas finais, podemos inferir com confiança que não será necessário fazê-lo no futuro; e se não for necessário, o princípio da parcimônia deve nos levar a concluir que as causas finais não existem.
Mas existem vários problemas com esse argumento. Por um lado, a principal razão de Rosenberg para negar a existência de teleologia, planos, propósitos, designs, intencionalidade e semelhantes no nível biológico e até mesmo no nível da mente humana, é que a física excluiu a teleologia e as noções cognatas de ciência completamente. Mas, nesse caso, um apelo à navalha de Ockham do tipo que acabamos de considerar levaria Rosenberg a uma falácia "No True Scotsman". Ele estará dizendo, com efeito: a física pode explicar tudo o que existe sem apelar para a teleologia. Então, pela navalha de Ockham, a teleologia não deve ser uma característica real do mundo. É claro que as funções biológicas, o pensamento e a ação humana e semelhantes não podem ser entendidos, exceto em termos teleológicos. Mas isso apenas mostra que eles não devem realmente existir, porque a teleologia não existe, porque a física pode explicar tudo o que existe sem ela!
Outro problema é que algo como teleologia é necessário para explicar os fatos que a física descreve, pelo menos se considerarmos qualquer um deles como incorporando relações causais genuínas. Essa é, em qualquer caso, a visão de uma série de filósofos da ciência e metafísicos contemporâneos - George Molnar, CB Martin, John Heil e outros escritores "novos essencialistas" - que não têm machado teológico para moer, mas que consideram as disposições como "direcionado para" suas manifestações e, portanto, exibindo o que Molnar chama de um tipo de "intencionalidade física". Isso é (como o historiador da filosofia Walter Ott observou) essencialmente um retorno a uma compreensão aristotélica-escolástica da causalidade final como uma pré-condição da inteligibilidade da causalidade eficiente. A menos que suponhamos que uma causa eficiente A inerentemente "aponta" além de si mesma para seu efeito típico (ou gama de efeitos) B em direção a um fim ou objetivo, não temos como entender por que A de fato gera de forma confiável B em vez de C, D ou nenhum efeito.
Rosenberg não vê a possibilidade de tal visão porque ele tem apenas a concepção mais crua de teleologia - ele evidentemente pensa que uma explicação teleológica é aquela que simplesmente postula que "Deus a projetou dessa maneira." Ninguém familiarizado com as tradições aristotélicas e escolásticas cometeria tal erro, embora seja provável que alguém que supõe que a teleologia e a teologia natural resistam ou caiam com os “argumentos de design” do estilo Paley o fariam. (Como observei antes, o conhecimento de Rosenberg sobre teologia natural parece derivar principalmente do que quer que estivesse na antologia que seu professor de graduação estava usando.)
Rosenberg também supõe que a segunda lei da termodinâmica é incompatível com a existência da teleologia. Pois “a segunda lei nos diz que o universo está caminhando para a desordem completa” (em particular, morte por calor) e “nenhum propósito ou objetivo pode ser garantido permanentemente sob tais circunstâncias” (p. 41). Mas a existência da teleologia não requer que um fim ou objetivo seja realizado permanentemente. E na medida em que a segunda lei da termodinâmica descreve regularidades causais - e em particular uma tendência para a desordem - ela própria seria uma instância de teleologia, não um contra-exemplo a ela.
(O assunto da teleologia é aquele ao qual dediquei muita atenção em outro lugar, por exemplo, no capítulo 6 de A Última Superstição, capítulo 2 de Tomás de Aquino, e em muitos posts de blog sobre a disputa entre a filosofia aristotélica-tomista e a teoria do “Design Inteligente” . Não vou me repetir aqui - os leitores interessados ​​são direcionados a essas fontes.)
Portanto, Rosenberg não tem bons argumentos para o cientificismo e, portanto, não tem bons argumentos para o ateísmo ou para as outras conclusões mais bizarras que ele deriva do cientificismo. Como veremos nas demais postagens desta série, algumas dessas conclusões são, de qualquer modo, incoerentes e, portanto, constituem um reductio ad absurdum das premissas que levam a elas.
Antes de voltar a essas conclusões, no entanto, valerá a pena examinar a breve tentativa de Rosenberg de se opor aos argumentos do estilo Kalam para Deus como a causa do Big Bang, com algumas especulações cosmológicas alternativas de sua autoria. Faremos isso na próxima postagem desta série.
[Adendo: Um leitor chama a atenção para esta crítica de Rosenberg por Timothy Williamson, que se encaixa com alguns dos pontos apresentados acima. Uma linha chave: "Aqueles que mais confiam em não serem dogmáticos e possuir o espírito científico podem, assim, tornar-se menos capazes de detectar dogmatismo e falhas do espírito científico em si mesmos."
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2020.11.30 14:02 ebookrevenda O que você fez ou faz para aumentar suas vendas online?

O que você fez ou faz para aumentar suas vendas online?
https://preview.redd.it/28opxqvbld261.png?width=1200&format=png&auto=webp&s=1496073e034afbcb7f980a24d9b8a9627fe0468f
Existem algumas técnicas que você pode usar para aumentar suas vendas, algumas das que mais me trazem retorno atualmente são técnicas baseadas em automação de marketing online utilizando softwares desenvolvidos para isso, alguns exemplos disso são por exemplo automatizar ações rotineiras como por exemplo:
Postar em grupos do Facebook Diariamente;
Postar anúncios em sites de Classificados Grátis;
Divulgar em Formulários de contato;
Conseguir seguidores no Instagra;
Dentre outras…
Essas ações são rotineiras e repetitivas, e como hoje temos muitas redes online é bem árduo esse trabalho de manter todas essas redes atualizadas e em constante movimento, devido a isso é quase que totalmente necessário ter algumas ferramentas desse tipo, para evitar o trabalho de sua parte e deixar tudo no automático.

Onde Encontrar Essas Ferramentas de Automação de Marketing Online


https://preview.redd.it/4zk2m8lcld261.png?width=1024&format=png&auto=webp&s=9eae69248678b22d511268c9f7da18495ef6f269
Não pretendo deixar links de referência nesse texto então para encontrar um site onde você pode encontrar programas desse tipo faça uma pesquisa no google pelo termo: “ProgramaDivulgarSite Portfolio” você vai encontrar um site com softwares que realizam ações como as que citei acima, essas ferramentas vão te proporcionar muito mais comodidade na hora de realizar suas tarefas de divulgação rotineiras, e mesmo que você ainda não realize esse tipo de marketing você vai ver que é algo que você pode passar a fazer a partir de hoje e que vai te gerar muito mais vendas e resultados.
Hoje a maioria das pessoas já utilizam esse tipo de ferramenta em suas divulgações para automatizar suas tarefas e com total certeza se você perguntar a essas pessoas vai perceber que elas de fato tem excelentes melhorias em seus negócios, “Afinal Marketing é Marketing” e quanto mais você aparecer e para mais pessoas mais você vai vender.
Fia ai a dica, espero que tenha ajudado em algo e tenha em mente que hoje a automação de marketing é algo fundamental para fazer suas redes crescerem, ter mais seguidores, vender mais, divulgar de forma mais fácil e obter mais resultados com seu negócio online ou físico.
Somente uma observação: O site que citei para buscarem tem um sistema de revenda dos programas de automação então além de divulgar seus negócios e ganhar ainda mais com eles você também pode indicar esses programas de divulgação e ganhar comissões por indicação que chegam a R$40,00 por cada indicação.
Abraços ;)
Arquivada em:
http://onlinerenda.com.bblog/o-que-voce-fez-ou-faz-para-aumentar-suas-vendas-online-e-ganhar-ainda-mais-vendendo-na-internet.html
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2020.11.29 17:55 asantos3 Bem-vindos à sala de discussão livre

Sinta-se livre pra usar esta postagem para encontrar novos parceiros linguísticos, tirar dúvidas rápidas, ou simplesmente conversar sobre o seu dia e conectar-se com as pessoas! Português ou inglês são bem-vindos.
Também é possível juntar-se à nossa comunidade oficial do Discord aqui: discord.gg/dhnD8XE

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2020.11.28 13:37 blankinho estou me sentindo muito feliz mas confuso ao mesmo tempo

Há muito tempo atrás, eu conheci na escola um cara que eu começei a fazer amizade com ele, e acabou virando minha paixão, mas sempre mantinha em segredo, até que um dia eu tive que viajar para outro país. Mas antes de ir embora eu tinha confessado meu amor por ele e no final ele não quis namorar comigo. Quando eu estava em outro país eu continuava conversando com ele tal ainda com esperanças, até que um dia eu confessei novamente que gostava dele mas no final ele disse que me considerava apenas como um amigo. No final eu voltei para o Brasil e com essa pandemia eu não consegui me encontrar muito com ele, mas continuávamos a conversar. Mas quando chegou meu aniversário que foi recentemente, ele me ligou por vídeo-chamada pq estava com saudades de mim e tals, mas o que me deixou confuso foram algumas frases que ele soltou na conversa do tipo, ´´ah, vem na minha casa para dormir na virada do ano pq como eu durmo em cama de casal, tem espaço para a gente dormir juntinho de conchinha ou abraçadinho´´ ´´como vc ronca, eu vou colocar a cabeça no seu peito para ver se melhora e fazer bastante carinho´´ ´´depois vê se acostuma em dormir só de cueca pq eu já tenho esse costume, aí quando vc dormir aqui vc não vai estranhar´´ e o que mais me afetou positivamente foi ``eu descobri ultimamente que vc me faz bem´´
Aí cara, eu estou muito confuso com a situação pq ele sempre trata as pessoas com carinho e é muito difícil para mim distinguir se ele está a fim de algo ou está só tratando do jeitinho dele, mas nesse caso eu acho que ele está querendo me conhecer melhor para depois tentar algo sério?
O que vcs acham dessa situação? Eu obviamente vou tentar convencer minha mãe se eu posso passar a virada do ano com ele, mas ainda tenho receio de que no final das contas ele só esteja me tratando como um amigo mesmo
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2020.11.26 01:41 Designer_Drawing Você conhece MoneyGuru?

O que é MoneyGuru?
Por meio de extenuantes horas de pesquisa, posso dizer que o MoneyGuru é um " recebedor de pagamento". Se você não sabe o que é um GPT, não sei onde você esteve. Mas basicamente, você é pago para fazer as coisas. Bastante autoexplicativo. Você é pago para compartilhar e espalhar sua influência e para realizar tarefas. Você é pago para revisar anúncios. Trabalho muito simples aqui.
Como afirmei anteriormente, MoneyGuru é uma rede de afiliados. Basicamente, o que eles fazem é dar a você uma certa quantia de dinheiro para cada pessoa que você convida para seu site e também para qualquer pessoa que clicar em seu link.
A forma como funciona é que basicamente você ajuda a trazer tráfego da web para seu site, o que chama a atenção dos anunciantes. Eles pagam com base na atenção que você lhes deu.
Além disso, o MoneyGuru permite outra maneira de ganhar dinheiro, você pode ganhar dinheiro completando tarefas e ofertas, como pesquisas rápidas de 2 minutos. Para cada tarefa que você completa, você é pago de acordo. Parece bom demais para ser verdade, mas analisaremos mais a fundo.
MoneyGuru foi estabelecido há anos, então eles têm um histórico estabelecido no jogo. Eles sabem o que fazer e como fazer com que você seja pago por sua influência. Eles foram estabelecidos em Londres e têm uma página inteira “sobre nós” se você quiser ler mais sobre isso.
MoneyGuru também possui uma página de termos e uma política de privacidade, mostrando sinais de uma empresa real.
Para ser honesto, era cético em relação ao MoneyGuru, com razão. Já fui enganado tantas vezes por sites que afirmam fazer o mesmo que o MoneyGuru. É como um coração partido. Uma vez que você fica com o coração partido, começa a duvidar dos relacionamentos. MoneyGuru restabeleceu minha confiança, e sou eternamente grato por isso. Deixe-me dizer-lhe como.
Como funciona o MoneyGuru?
Fora isso, gostei muito da produção do site deles. Os gráficos são atraentes e se adaptam bem à interface do usuário. Aspectos esteticamente agradáveis ​​permitem fácil navegação e compreensão. Além disso, na página principal, eles têm uma calculadora que você pode usar para estimar quanto vale sua presença nas redes sociais.
Assim que sua página da web é configurada, você pode dizer que eles investiram seu tempo e esforço nisso. É muito bem feito com uma perda de recursos legais nele.
Como se eles tivessem um feed do Twitter ao vivo, o que é muito legal na minha opinião, acho que eles fariam menos esforço se fosse uma farsa.
A Reintegração
Então, basicamente eu encontrei o site e acho que $ 10 foram oferecidos apenas para me cadastrar. Esses $ 10 me deram PTSD, pois sites clones ofereciam o mesmo incentivo. Eu me inscrevi com cautela e, cara, estou feliz por ter feito isso!
MoneyGuru torna muito fácil ganhar dinheiro. Primeiro, você obtém um código de referência exclusivo que envia para qualquer pessoa que você conhece. Como qualquer pessoa. Qualquer pessoa.
Você ganha dinheiro apenas por enviá-lo. Se eles realmente usarem seu link, você receberá mais dinheiro. Enviei aquele código para tantas pessoas que é uma loucura como não fui bloqueado. Então mande isso para seus vizinhos, seus amigos, seus colegas de trabalho e não pare.
Além do código de referência, ao se inscrever, você verá um painel muito legal. Este painel é o seu hub. Ele informa quanto dinheiro você ganhou até agora e também quanto você pode estar ganhando.
O painel também possui tarefas e ofertas que aumentam ainda mais seu estoque. Eu me peguei verificando meu painel enquanto estava no meu trabalho "real" e com muita vontade de sair.
Essas tarefas são extremamente simples, incluindo algumas das quais são apenas pesquisas. Pesquisas. Não sei por que você ainda não se inscreveu.
Se você é uma dessas pessoas excessivamente cautelosas, vou aliviar suas tensões muito rápido. MoneyGuru é um site totalmente legal e honesto.
Empresas e marcas procuram a MoneyGuru em busca de formas de atrair clientela. Os “caminhos” que eles estão abordando somos nós, os influenciadores.
Eles se conectam a nós e usam nossa vasta conexão para encontrar maneiras de promover ou melhorar suas marcas. É por isso que as referências e ofertas são tão lucrativas, já que trazem receita para essas empresas.
Não sei sobre você, mas tenho certeza de que é assim que os negócios funcionam. Você atrai funcionários e os paga por sua ajuda para gerar lucros. Marketing simples.
MoneyGuru tem todos os estabelecimentos para torná-los uma verdadeira rede de afiliados, então não se preocupe. Se ainda não está convencido, basta ler as perguntas frequentes ou os termos (vinculativos) que eles têm em seu site.
Provas de pagamento Além de tudo isso, para provar sua legitimidade além disso, eles nos pagaram com comprovantes de pagamento ali mesmo na primeira página. Essas provas de pagamento são basicamente capturas de tela de clientes felizes e satisfeitos que podem atestar que estão recebendo o pagamento.
Essas provas variam de paypal a cash app e muito mais. É uma loucura que isso seja verdade. Aqui estão as provas que eles fornecem em sua página web.
Estes são apenas alguns dos muitos outros que podem garantir o MoneyGuru e seu processo de pagamento. Eu realmente ganhei com MoneyGuru?
A pergunta de ouro.
Durante meu tempo com MoneyGuru eu realmente aprendi muito. Aprendi que não há limites no que diz respeito ao trabalho árduo e trabalhei tão arduamente como sempre e que valeu a pena.
Na verdade, recebi o pagamento do MoneyGuru. Você também pode me adicionar à lista de muitos outros que o fizeram. Com sorte, se você estiver lendo isso, seja o próximo na lista.
Agora é a hora do melhor momento - hora do dinheiro. MoneyGuru oferece pagamento instantâneo através de muitos meios de comunicação, mas eu apenas uso o PayPal. Se você é da velha escola, há cheques enviados apenas para você. Se você está na nova escola, eles até têm Bitcoin. Sem desculpas agora.
Meu primeiro cheque de pagamento da MoneyGuru era de cerca de US $ 1.500, e isso era de um ponto de vista cauteloso. Se você realmente investiu, pode facilmente ganhar o dobro disso rapidamente.
O que você deve fazer depois de ler este post?
Depois de ler este blog, se eu fosse você, estaria indo para o MoneyGuru neste exato momento. Você deve começar a ganhar algum dinheiro. Neste ponto, você deve estar pronto para querer ganhar dinheiro perdido.
Com MoneyGuru, você tem a chance de tornar o impossível possível. Se você está procurando dinheiro para pagar a entrada do seu carro, inscreva-se no MoneyGuru. Se você precisa pagar seu aluguel, inscreva-se no MoneyGuru. Neste ponto, não deve haver nenhuma razão legítima para você ainda não ser membro do MoneyGuru, agora sou. Quero ganhar mais dinheiro com este site do que já ganhei. MoneyGuru é legítimo.
Conclusão
Vocês podem dizer agora que eu declaro o MoneyGuru legítimo, essa conclusão veio da experiência em primeira mão com o site.
Fiz todas as minhas pesquisas antes e depois que fiz a pesquisa, me inscrevi basicamente como um teste e acabei ganhando muito dinheiro com isso.
Agora estou transformando oficialmente o MoneyGuru em meu negócio lateral. Estou tentando ganhar o máximo possível com essa criação genial de fazer dinheiro.
Agradeça aos criadores do MoneyGuru por realmente cumprirem suas promessas. Muitos desses outros sites acabam roubando seu tempo e dinheiro, pensei, com certeza, o MoneyGuru era um desses sites, mas descobri que não são e sou grato por isso.
Tudo o que posso dizer é que vocês deveriam se inscrever. Agora. É isso aí. O MoneyGuru foi verificado e revelou-se legítimo e todos devemos ganhar dinheiro com este site, vamos aproveitar.
Wendel A Dias
https://ref.moneyguru.co/WendelDias
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2020.11.25 23:57 saske2k20 Brasil tem muita coisa boa!

Nós costumamos falar muito mal do Brasil e do brasileiro, é até óbvio dizer que o Brasil tem coisas boas, mas as vezes precisamos notar isso e valorizar o que temos de bom.
Nunca morei fora do Brasil, tudo.que eu vou falar é com experiência de outras pessoas que moraram ou contato com conhecidos/amigos estrangeiros.
1)Amizades, isso é uma coisa que vejo que brasileiro tem muito facilidade de fazer,essa coisa do calor humano só vejo em outros povos latinos, mas aqui é muito mais fácil de fazer amigos.
2) Tecnologia, sei que parece vergonha dizer isso, mas a facilidade que temos de abrir uma conta com o celular,transferir dinheiro e todas essas chatices é uma coisa que pelo observo nem países grandes de primeiro mundo é comum.
3) Cartão de crédito, Sei que isso tem a ver com a nossa economia e preço das coisas, mas até amigos que moram aqui mas são estrangeiros falam como isso é bom.
4) SUS, sim tem muito lugar que a pessoa tem que pagar, aqui mesmo não sendo bom, a depender do lugar que você vive, você consegue bons atendimentos.
5) Vontade de ajudar, isso é uma coisa que eu percebi muito nosso, por vezes eu vejo pessoas ajudando desconhecido na rua e no dia a dia sem nada em troca, essa coisa de "chegar junto" não sei se seja muito comum fora especialmente com estrangeiros.
Exemplo besta : Uma vez em Goiânia eu não sabia ir para X lugar, um casal além de me de dicas, falou que se quisesse carona me dava até um local perto desviando a rota normal deles.
6) Ter consideração, falo isso com base em relatos e especificamente sobre alguns amigos gringos, eu vejo que brasileiro até por ser flexível costuma ter essa coisa de "se você tá fazendo isso por mim vou retribuir" enquanto eu NUNCA vi isso por meus amigos.
Caso besta : Uma vez eu tinha marcado de almoçar com um amigo francês eu falei que tinha pego trânsito e ia chegar uns 20 mins atrasado, ele falou para a gente cancelar, tipo eu tinha saído de outra cidade para encontrar o cara, peguei trânsito e mesmo assim ele não levou isso em consideração, só pensou no lado dele, ele tinha me falado que ia ficar a tarde toda livre então eu podia ir, mas quando explicitei isso ele me deu essa resposta. Eu percebo que não era por ser uma pessoa ruim, mas no caso aquela coisa de "isso tá me incomodando então não quero saber as razões".
7) Ser rude, ser rude não faz parte de ser brasileiro, respostas excrotas e mal educadas é bem mal visto,enquanto outros locais literalmente é parte da cultura.
Sei que para cada uma dessas razões existe uma explicação e exemplo de porque o oposto seria melhor, sei que o país tem vários problemas, acho que o brasileiro é especialista em saber os problemas do seu próprio país.
Mas as vezes notar que tem coisas boas, pode ajudar a gente a valorizar um pouco o que nós somos.
Edit: Gramática
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2020.11.25 15:01 farmed0314 Detox 3D Funciona Mesmo Bula, Composição, Reclame Aqui, Valor, Comprar

Detox 3D Funciona Mesmo?
O que é Detox 3D?
Detox 3D Funciona como um poderoso produto de saúde nutricional com função de perda de peso, e o melhor é totalmente natural. Ademais, sua fórmula contém ingredientes diuréticos e digestivos, e cuidadosamente selecionados após anos de pesquisa, esses ingredientes trabalham juntos para ajudar seu corpo a funcionar de forma eficaz e acelerar a perda de peso rápida e saudável.
Detox Para que Serve? Detox 3D Funciona?
Detox 3D funciona! Portanto, Detox 3D é um suplemento mineral especial que elimina a gordura local e a gordura dispersa sem causar nenhum tipo de efeito colateral, pois sua fórmula contém ingredientes puros naturais e não apresenta reações adversas. Contudo, o Detox 3D pode eliminar 8 kg de gordura pura em apenas um mês sem prejudicar os músculos e a massa magra, ou seja, apenas a gordura é excretada nas fezes e da urina. Nesse Contexto, ele pode até encontrar gordura no fundo do corpo humano e eliminá-la através de nossos excrementos, eliminando assim até 81% de gordura.
Outrossim, os ingredientes do Detox 3D são 100% naturais e aprovados pela Anvisa, maior agência de vigilância sanitária do Brasil. Porém, mostra que o Detox 3D é realmente eficaz! Com o Detox 3D, não é mais necessário usar roupas justas, pois o fim do inchaço e a retenção de fluidos corporais farão uma diferença enorme na escala de peso. Diante de tantos benefícios, convido você a continuar lendo até o fim.
https://sites.google.com/view/detofitcapsfunciona/
Como Detox 3D Funciona?
Com sua fórmula ultra moderna e avançada, Detox 3D queima a "gordura local" do tecido adiposo de forma extremamente rápida, proporciona um efeito de emagrecimento rápido e eficaz e elimina a gordura local após poucas semanas de uso.
Todavia, Detox 3D atua principalmente no metabolismo e sua taxa metabólica é mais do que duplicada. Não Obstante, o resultado mais desejado para as pessoas é perder peso de forma rápida e eficaz. Além disso, Detox 3D é um produto desenvolvido por especialistas em fitoterapia e botânica medicinal, cujo objetivo claro é equilibrar as funções do organismo, contribuindo assim para uma perda de peso saudável e eficaz e alcançando os melhores resultados mais rapidamente que outros produtos.
DETOX 3D é um composto vitamínico amplamente utilizado em uma fórmula totalmente natural que ajuda a reduzir o estresse em todo o corpo sem comprometer nossas funções fisiológicas. Enquanto, DETOX 3D ajuda a acelerar o metabolismo e a saciar a fome, suas vitaminas atuam diretamente no sangue, auxiliando no funcionamento do corpo humano e ajudando a reduzir o peso sem perder a saúde.
Como, este suplemento controlar nossa ansiedade, reduzindo assim o desejo por açúcar e seus derivados. Mas Também, esses açúcares são extremamente prejudiciais a um processo de emagrecimento saudável, pois o açúcar promove a obesidade e retardar as reações bioquímicas normais.
Entretanto, Detox 3D é um produto de emagrecimento de alta concentração e alto desempenho. No Entanto, seus ingredientes são ingredientes 100% naturais. Em Resumo, o Detox 3D tem a função de criar um “ímã de gelatina”. Enquanto, o ímã de gelatina pode absorver as impurezas e a camada de gordura presente através de suas fibras e expelir a gordura do corpo pela respiração, fezes e urina, promovendo resultados naturais e perda de peso rápida e saudável.
Quais os Benefícios do Detox 3D?
3D Detox é um suplemento alimentar aprovado pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde. Destarte, tem uma composição única e na verdade é um composto selecionado. Logo, esses ingredientes juntos podem trazer muitos benefícios ao nosso corpo, incluindo: benefícios do Detox 3D
Composição do Detox 3D
A composição do Detox 3D são compostos por ingredientes selecionados pelos melhores especialistas em perda de peso dos Estados Unidos. Não Só, trabalhar em nosso corpo, a composição pode promover uma perda de peso extremamente rápida e acelerada sem quaisquer efeitos prejudiciais em nossa fisiologia. Nesse Sentido, entre os diversos itens que compõem o Detox 3D, podemos destacar: picolinato de cromo, berinjela, chia, linhaça dourado, melão quinua, entre outros. Visto Que, Detox 3D Bulla Fórmula 3D Detox
A composição acima destaca que todos os ingredientes são naturais, bem conhecidos e visíveis, e nenhum ingrediente não segue as regras, ou seja, todos os ingredientes são totalmente derivados de plantas naturais e não há interação medicamentosa.
Comprar Detox 3D
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2020.11.25 12:42 ebookrevenda Como faço para divulgar minha empresa?

Como faço para divulgar minha empresa?
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Existem várias estratégias que você pode abordar para divulgar a sua empresa na internet, uma delas, a aqui prefiro, é baseada na automação de marketing online, hoje em dia temos centenas de redes sociais, plataformas de blogs, sites classificados e outros lugares onde você pode fazer postagens se unindo a isso foram desenvolvidas ferramentas que podem automatizar algumas ações nessas redes, ações essas repetitivas como por exemplo, fazer postagens em centenas de grupos, seguir pessoas, curtir postagens, dentre outras.
A vantagem da automação é que ao invés de ficar o dia todo na frente de uma rede social realizando as ações rotineiras diárias você pode configurar um software e deixar que ele faça isso por você de forma automática sem que você tenha que interagir, dessa forma sobra muito mais tempo para que você possa pesquisar por outras formas de divulgação.

ONDE ENCONTRO ESSE TIPO DE FERRAMENTA


https://preview.redd.it/f29onukmid161.png?width=1280&format=png&auto=webp&s=38d5cc8c77997de4c8141f54dc56dd349e1bdbd8
Existem muitas ferramentas que realizam Essas funções algumas melhores outras não tão boas, isso depende muito da função que cada uma delas tem e da forma como fazem esses trabalhos, se fizer uma pesquisa no Google por: “programadivulgarsite portfólio”, Você vai encontrar um site contendo software de automação de marketing, cada um deles tem uma função ou trabalho com determinada rede em específico por exemplo:
Software para automatizar o Facebook;
Software para automatizar anúncios em sites de classificados grátis;
Software para automatizar o LinkedIn;
Software para automatizar o Instagram;
Software extratores de e-mail;
dentre outros.
No site “programadivulgarsite portfólio” você pode ver vídeos dos programas e também baixados para fazer um teste grátis, dessa forma você terá Total certeza que o software realmente funciona antes de adquirir Algum deles, com Total certeza você vai perceber que essas ferramentas vão te ajudar muito e Minimizar muito seu tempo de trabalho.

ESTRATÉGIA ESPECÍFICA PARA TRÁFEGO ORGÂNICO


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Uma estratégia em específico que mais utilizo é fazer divulgação em sites de classificados gratuitos, existem centenas de sites como esses na internet você pode anunciar em cada um deles o seu mesmo produto, tem em mente que quanto mais você fizer esse tipo de anúncio mas o Google vai encontrá-los e dessa forma eles passam a aparecer nas buscas, assim você consegue o tráfego orgânico, tráfego que virá diretamente de buscas realizadas no Google e em outros sites de busca.
Fazer anúncios em sites de classificados grátis é um trabalho um pouco amargo pois em cada site você terá que preencher todos os campos e isso vai dar um pouco de trabalho, pesquisando por automação para esse tipo de anúncios encontrei um software chamado “PCG Programa Classificados Grátis” essa ferramenta tem por objetivo automatizar a parte de preenchimento de todos os campos de cada site, além de ter uma lista contendo mais de 340 sites de classificados cadastrados no programa, certamente se você for pesquisar por esses sites na internet você não vai encontrar todos eles, uma das vantagens de ter a ferramenta é ter essa lista de site sempre atualizada com novos sites que vem surgindo, e obviamente a automação que vai poupar um bom tempo de trabalho.
Espero que minhas dicas tenham sido de utilidade agradeço se compartilhar ou curtir, abraços e até uma próxima oportunidade.
Arquivada em:
http://programadivulgarsite.com.bblog/como-faco-para-divulgar-minha-empresa-na-internet-e-fazer-muitas-vendas-conseguir-clientes-a-mais.html
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2020.11.24 14:11 slimatikapt slimatika portugal

slimatika portugal
website oficial - www.slimatika.pt
Preço. Isso é barato?
Para muitas pessoas, a perda de peso eficaz é muito importante. Existem muitas alternativas mais baratas desse produto no mercado, mas são feitas de diferentes composições que incluem vários produtos químicos nocivos.
slimatika é um produto mais caro em comparação com as alternativas. No entanto, laboratórios de pesquisa e usuários atuais confirmaram que sua composição totalmente natural é muito eficaz. Claro, esse produto tem um preço.

https://preview.redd.it/fscvmj3it6161.png?width=359&format=png&auto=webp&s=397cff5533fe1bf446bf074a901d55c91b7ac31b
É possível encontrar este produto com diversos descontos e promoções. Agora você pode encomendá-lo com desconto. São preços mais razoáveis ​​para este produto, que na opinião do fabricante, usuários e especialistas, não só ajuda na perda de peso, mas também tem um efeito positivo no estado de saúde do usuário.

Onde posso comprar slimatika?
Infelizmente, as farmácias não vendem suplementos deste tipo, pelo que só é possível adquirir este suplemento online. Existem várias lojas online que vendem esses produtos, portanto, tome cuidado com vários leilões suspeitos em sites de leilão.

Pode acontecer que você compre produtos falsificados que não funcionam como deveriam e podem ser prejudiciais ao seu corpo. Quando se trata de sua saúde e de cuidar do formato do seu corpo, é sempre melhor usar fontes confiáveis ​​e comprovadas.

https://publons.com/researche4056191/slimatika-portugal/
https://sites.google.com/view/slimatika-gotas-portugal/
https://sites.google.com/view/slimatika-portugal/
https://www.facebook.com/Slimatika-portugal-100844601875841/
https://teespring.com/slimatika-portugal
https://edunow.today/eportfolios/4076/Home/SlimatikaavaliaespreoComprargotasonde_comprar
https://pearson.instructure.com/eportfolios/78321/Home/SlimatikaavaliaespreoComprargotasonde_comprar
https://edu.celel.se/eportfolios/1771/Home/SlimatikaavaliaespreoComprargotasonde_comprar
https://gumroad.com/slimatikapt/p/slimatika-avaliacoes-preco-comprar-gotas-onde-comprar
https://www.d2drace.ie/forum/crew-wanted-available/slimatika-avaliacoes-preco-comprar-gotas-onde-comprar
https://in.pinterest.com/pin/704531935453279701/
https://bioforceco.hatenablog.com/entry/2020/11/24/220432
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2020.11.24 13:30 Response-Project A Declaração de Great Barrington

Este é o texto completo, retirado do website
A Declaração de Great Barrington
Como epidemiologistas de doenças infeciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19, e recomendamos uma abordagem a que chamamos Proteção Focalizada.
Viemos tanto da esquerda como da direita, e de todo o mundo, e temos dedicado as nossas carreiras à proteção das pessoas. As atuais políticas de confinamento estão a produzir efeitos devastadores na saúde pública a curto e longo prazo. Os resultados (para citar alguns) incluem taxas mais baixas de vacinação infantil, agravamento dos prognósticos das doenças cardiovasculares, menos exames oncológicos e deterioração da saúde mental – levando a um maior excesso de mortalidade nos próximos anos, com a classe trabalhadora e os membros mais jovens da sociedade a carregar um fardo mais pesado. Manter os alunos fora da escola é uma grave injustiça.
Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados.
Felizmente, a nossa compreensão do vírus está a crescer. Sabemos que a vulnerabilidade à morte da COVID-19 é mil vezes maior nos idosos e doentes do que nos jovens. De facto, para as crianças, a COVID-19 é menos perigosa do que muitos outras doenças, incluindo a gripe.
À medida que a imunidade se desenvolve na população, o risco de infeção para todos – incluindo os vulneráveis – diminui. Sabemos que todas as populações acabarão por atingir a imunidade de grupo – ou seja, o ponto em que a taxa de novas infeções é estável – e que isto pode ser assistido por (mas não depende de) uma vacina. O nosso objectivo deve ser, portanto, minimizar a mortalidade e os danos sociais até atingirmos a imunidade de grupo.
A abordagem mais compassiva que equilibra os riscos e benefícios de alcançar a imunidade de grupo é permitir que aqueles que estão em risco mínimo de morte vivam normalmente a sua vida para construir imunidade ao vírus através da infeção natural, ao mesmo tempo que protege melhor aqueles que estão em maior risco. Chamamos a isto Proteção Focalizada.
A adoção de medidas para proteger os vulneráveis deve ser o objectivo central das respostas de saúde pública à COVID-19. A título de exemplo, os lares devem utilizar pessoal com imunidade adquirida e realizar testes PCR frequentes a outro pessoal e a todos os visitantes. A rotação do pessoal deve ser minimizada. Os reformados que vivem em casa devem mandar entregar alimentos e outros bens essenciais ao seu domicílio. Quando possível, devem encontrar-se com membros da família no exterior e não no interior. Uma lista abrangente e detalhada de medidas, incluindo abordagens a famílias de várias gerações, pode ser implementada, e está bem dentro do âmbito e da capacidade dos profissionais de saúde pública.
Aqueles que não são vulneráveis devem ser imediatamente autorizados a retomar a vida normal. Medidas simples de higiene, tais como a lavagem das mãos e a permanência em casa quando estão doentes devem ser praticadas por todos para reduzir o limiar de imunidade de grupo. As escolas e universidades devem estar abertas ao ensino presencial. As atividades extracurriculares, como o desporto, devem ser retomadas. Os jovens adultos de baixo risco devem trabalhar normalmente, e não a partir de casa. Restaurantes e outras empresas devem ser abertos. As artes, música, desporto e outras atividades culturais devem ser retomadas. As pessoas que correm maior risco podem participar se o desejarem, enquanto a sociedade como um todo goza da proteção conferida aos vulneráveis por aqueles que acumularam imunidade de grupo.
Dr. Martin Kulldorff, professor de medicina na Universidade, um bioestatístico e epidemiologista especializado em deteção e monitorização de surtos de doenças infeciosas e avaliações de segurança de vacinas.
Dr. Sunetra Gupta, professora na Universidade de Oxford, uma epidemiologista especializada em imunologia, desenvolvimento de vacinas e modelação matemática de doenças infeciosas.
Dr. Jay Bhattacharya, professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, um médico, epidemiologista, economista da saúde e especialista em políticas de saúde pública focando-se em doenças infeciosas e populações vulneráveis.
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2020.11.24 12:51 ebookrevenda Como divulgar minha empresa no Facebook?

Como divulgar minha empresa no Facebook?
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Sem dúvida alguma divulgar seu produto ou serviço na internet usando o Facebook é uma das estratégias mais usadas atualmente, o Facebook é uma rede com milhares de participantes, uma rede que contém milhões de grupo relacionados a diversos nichos de mercado diferentes e uma grande possibilidade de realizar marketing de diversas formas, Vejamos uma das possibilidades que podem te trazer várias vendas ou novos contatos.
FAZER POSTAGENS EM GRUPOS
Fazer postagens em grupos do Facebook é algo que pode trazer um retorno rápido, leve em conta que um grupo pode ter mais de 200 mil participantes e com uma única postagem você pode atingir grande parte desses participantes, leve também em conta que você pode participar de centenas de grupos relacionados à seu nicho de mercado o que vai fazer com que você tenha uma grande conversão ao realizar uma postagem em um grupo relacionado ao seu trabalho ou serviço.
AUTOMAÇÃO DE POSTAGENS NO FACEBOOK
Pensando nas postagens no Facebook existem programas para realizar a automação desse trabalho já que você talvez não tenha tempo para ficar o dia todo postando mensagens em grupos, dessa forma ao adquirir um desses programas você configura um tempo e configura a sua mensagem e dessa forma esse programa vai enviar a sua mensagem durante todo o dia para esses grupos dentro do intervalo de tempo definido por você.
Fazendo uma breve pesquisa no Google por “SOFTWARE AUTOFACE” você vai encontrar uma ferramenta exatamente assim, no site você pode ver vídeos de como usar a ferramenta e até mesmo instalar uma versão de testes para verificar o funcionamento, com Total certeza logo você verá os resultados ao utilizar esse tipo de software de automação, Observe também que você terá um grande ganho de tempo ao usar uma ferramenta desse tipo e esse tempo você pode investir em outras técnicas de marketing.

ALGUMAS TÉCNICAS PARA DIVULGAR NO FACEBOOK


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1ª Conquiste as primeiras curtidas de quem já tem uma relação com o seu negócio
É sempre importante saber se suas postagens estão impactando de alguma forma, então ganhar algumas curtidas pode ser um indicador que você precisava para saber isso, se as pessoas estão curtindo as suas postagens ou comentários significa que de fato elas estão atingindo o objetivo necessário.
Sempre tem em mente que quanto maior a interação entre você e os seus contatos melhores serão seus resultados.
2ª Divulgue sua página para a sua lista de emails ou outros canais
Se você ainda não tem uma página chegou a hora de fazer uma, com ela você pode ganhar novos seguidores interessados em seu nicho de mercado e você pode divulgar lá em outras redes como sites, site de classificados, lista de e-mails, geralmente uma página é mais voltada a trabalhos e serviços e as pessoas que as seguem buscam exatamente algum nicho específico, Então defina bem isso em sua página.
Você pode divulgar a sua página usando um software conhecido como “PCG PROGRAMA CLASSIFICADOS GRÁTIS” Pesquise no Google e vai encontrar esta ferramenta ela contém mais de 340 sites onde você pode anunciar qualquer produto ou serviço sendo assim você pode anunciar a sua página usando essa ferramenta que também é de automação de marketing
3ª Divulgue em outras redes sociais
É sempre importante de fundir ao máximo o seu conteúdo tanto na rede em que está divulgando quanto em outras redes, uma das redes que utilizam atualmente para divulgar qualquer produto ou serviço é o LinkedIn, lá você pode escrever artigos e colocar o seu link dessa forma muitas pessoas que estão nos grupos do LinkedIn vão ver o seu artigo e assim ser direcionadas ao seu link, existe também um software de automação para que você possa rapidamente deixar a sua conta conta do LinkedIn com muitas conexões, o software é conhecido como “Linked Post”, Faça uma pesquisa no Google por “programadivulgarsite portfolio” e vai encontrar essa ferramenta, rapidamente você vai conseguir suas 30 mil conexões.

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CONCLUINDO

Sempre mantenha a interação com seus seguidores, isso faz a diferença na hora de realizar uma venda ou De se conseguir um contato qualificado, comente as postagens, curta as postagens, poste coisas interessantes, e principalmente publique coisas para o seu nicho de mercado específico, não adianta sair postando para pessoas que não tem interesse algum no que você está postando.
Espero ter ajudado com esse texto Espero que tenha algum retorno seguindo essas instruções, desejo muito sucesso em suas divulgações. agradeço muito se curtir ou compartilhar essa resposta.
Arquivada em:
http://onlineanuncios.com.bblog/como-divulgar-minha-empresa-no-facebook-uando-programas-de-automacao-de-marketing-online-para-vender-mais-na-internet.html
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2020.11.24 02:01 Freidenker_007 Uma refutação ao argumento Ontológico Kalam

O argumento Ontológico Kalam é um argumento bastante utilizado pelo pessoal, e irei fazer uma tentativa de refutação a esse argumento.
Então, as premissas do argumento são a seguinte:
Premissa 1: Tudo que começou a existir tem uma causa
Premissa 2: O universo começou a existir
Conclusão: O universo tem uma causa
Existe alguns ângulos que eu posso desmontar argumento Ontológico Kalam, um problema desse argumento é que mesmo aceitando suas premissas e conclusão, o máximo que você consegue é uma visão de mundo Deísta e não Teísta, não tem como você ir de algo que foi a primeira causa não causada, para um Deus que atende orações e que se preocupar como nós tr4n$4m0s. Outro problema com esse argumento é que ele distorce a descoberta da ciência as descobertas da ciência para dar a impressão de que elas comprovam o argumento. A primeira premissa parece bastante intuitiva, tudo que começa a existir tem uma causa, mas a termodinâmica diz outra coisa, nada realmente começa a existir, a primeira lei da termodinâmica diz que a energia, que é o que tudo é feito inclusive a matéria (e=mc2 a famosa equação de Albert Einstein mostra isso, que matéria e energia são a mesma coisa). A energia não pode ser nem criada nem destruída, ela só muda de forma, essa é a primeira lei da termodinâmica, da conservação de energia que diz exatamente isso, que nenhuma energia pode ser criada ou destruída, portanto, como podemos dizer que tudo começa a existir tem uma causa, se nada realmente começa a existir? Aí você vai fala "Não mano, as coisas começam a existir, plantas começam a existir, pessoas começam a existir", mas na verdade não, você pode quebrar eu ou uma planta em vários pedaços e nenhum desses pedaços começaram a existir, pelo menos não no mesmo sentido do universo começa a existir, tudo que existe já existia antes de eu nascer, eu não sou uma coisa nova que começou a existir, sou somente uma combinação de coisas que já existiam em um novo arranjo, é o famoso "nada se cria nada se perde tudo se transforma", tudo que você vê hoje no universo já existia a uns 3 bilhões de anos e vai continuar existindo, a única coisa que muda é o arranjo entre essas coisas. No dia dia quando dizemos que algo começou a existir como uma bicicleta ou um gato, na verdade o que estamos dizendo é que um monte de coisas que constituem isso, de que estamos falando, se juntarão de um jeito que nunca haviam se juntado antes, que então percebemos como sendo uma bicicleta ou um gato, ou seja quando usamos começar a existir na primeira premissa estamos falando de algo totalmente diferente do começar a existir da segunda premissa, o começar a existir da segunda premissa, é justamente o surgimento dessa energia que vai ficar se rearranjando de várias formas, portanto o fato de o arranjo da energia sempre ter uma causa, não significa de maneira alguma que o surgimento dessa energia também tenha, na verdade nós nunca observamos a criação de energia, somente a sua transformação, portanto não temos como inferi absolutamente nada em relação a esse processo, tem mais, na verdade existe fenômeno da física quântica cuja a interpretação corrente é que eles não possuem causa, como por exemplo o decaimento de átomos ou surgimento de partículas virtuais. Vamos a segunda premissa: O universo começou a existir", nós sabemos que o Big Bang é responsável por um universo existi da forma como existe, nesse sentido podemos dizer que o Big Bang é o que criou o universo, mas quanto o que aconteceu antes do Big Bang nós não temos como sabe se tal pergunta faz sentido, pois se o Big Bang criou o espaço tempo, como podemos perguntar o que veio antes do tempo? É como perguntar o que está ao norte do polo norte, sem tempo não faz sentido perguntar o que veio antes. O júri ainda não se pronunciou se é correto dizer que o universo começou a existir, e qualquer um que diga o contrário está o mal informado ou mentido, claro que isso não impede de vocês apologétas citem cientistas que concorda com ele enquanto omitem os que discordam, mas mesmo que pudesse ser provado que o universo é a única coisa que literalmente começou a existir, no sentido de o que forma o universo não existia em um certo momento e passou a existir, isso não resolve o problema desse argumento, pois vai continuar sendo sendo uma ocorrência única na história que ninguém observou, e portanto não temos base empírica para dizer que o que começa a existir obrigatoriamente tem uma causa. E ainda tem outro problema com esse argumento, que é o Special pleading, ou seja a falácia da alegação especial (Falácia do apelo especial (Special pleading): Modificar os objectivos ou abrir uma excepção quando a afirmação feita se demonstra falsa. Os seres humanos são criaturas curiosas e têm uma aversão especial a estarem errados. Em vez de percebermos os benefícios de sermos capazes de mudar o nosso entendimento através de uma melhor compreensão, muitos de nós inventam formas de se agarrarem a crenças antigas. Uma das formas mais comuns de o fazermos é racionalizar a posteriori o motivo pelo qual o que pensávamos ser verdadeiro, deve permanecer verdadeiro. É geralmente fácil encontrar a razão para uma crença que se adapta a nós e é necessária integridade e uma genuína honestidade para que examinemos as nossas próprias crenças e motivações sem cair na armadilha de justificar a nossa forma de nos vermos e de vermos a nós próprios e o mundo que nos rodeia. Exemplo: Mestre Sopimpa dizia-se vidente, mas quando as suas “capacidades” eram testadas em condições científicas, magicamente desapareciam. Segundo Sopimpa, a explicação para este fenómeno é que era necessário ter-se fé nele, para que as suas capacidades tivessem efeito.) Ou seja cria uma alegação especial para a sua regra só para validar o seu ponto, pois, se tudo que existe tem uma causa então deus/deuses também tem de ter uma causa, dizer que só deus/deuses precisa de uma causa é justamente a falácia da alegação especial, se usarmos a forma moderna definida por apologistas como o famoso William Lane Craig, que é o que estou usando, é possível contornar o problema da alegação especial e é justamente por isso que este argumento tem essa forma hoje, dizendo que isso só se aplica ao que começou a existir e não se aplica a deus/deuses pois ele sempre existiu, porém aí criamos outro problema, que sentido pode fazer a frase sempre existiu sem o conceito de tempo? Que sentido faz dizer que algo existe fora do espaço tempo?
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2020.11.21 22:05 nunoperalta Post removido - na minha opinião desnecessariamente

Bom dia,
Não quero criar grande problema com isto, mas queria apenas dar a minha opinião.

Este post foi removido:
https://www.reddit.com/portugal/comments/jw65ng/recomenda%C3%A7%C3%B5es_de_camera_para_bicicleta/

O moderador deu a razão - que já existe uma thread para este tipo de coisas.
No entanto:
1) Ninguém se queixou do post. E tinha lá uma boa resposta, que ajudou bastante.
2) Eu nem fazia ideia do megathread.. de facto, eu nunca abri os megathreads quando os vi no feed (ignoro e passo à frente, porque o título não me chama a atenção).
3) Mesmo as pessoas que saibam do megathread, elas vão regularmente ver quando há novas perguntas lá? Muito provavelmente ia ter menos respostas (ou nenhuma) se colocasse lá, por ter menos audiência. Já foi difícil ter uma resposta no meu post.
4) Muitas vezes uso a Pesquisa/Search aqui no Reddit para encontrar opiniões/respostas, e geralmente no Reddit encontram-se respostas mais genuínas do que procurar no Google. Se estiver tudo desorganizado num "megathread", é mais difícil encontrar um determinado assunto (se é que a Pesquisa procura alguma coisa nos comentários...). Portanto, a mim faz mais sentido cada pergunta ter o seu próprio post.

Pronto... a opinião/sugestão que gostava de dar é que, mesmo que tenham a tal megathread semanal (não estou a dizer para não o fazerem), é um bocado chato apagarem um post só porque não se colocou no megathread.
Se o post não é ofensivo, nem tem conteúdos inapropriados, eu não acho que faça sentido apagarem.
No máximo, davam a sugestão do megathread, e na próxima já sabia.

Obrigado.
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2020.11.21 22:03 Cringezinha Estou sendo muito “dada”?

Sempre fui uma guria muito romântica e sensível, mas não faço ideia de como flertar.
Na adolescência eu era bem tímida e ansiosa, então encontrei no “jeito direto” de ser uma alternativa mais fácil para me relacionar com as pessoas em geral. Normalmente eu mando a real pro cara, não perco tempo com conversinha ou gracinha, só digo logo o que quero dele e pronto, mas eu dizer que quero ficar com um cara não quer dizer que quero só isso e não vou levá-lo a sério. Pra eu ficar com um cara eu tenho que gostar dele pelo menos um pouco, então acabo não me relacionando com muita gente.
Justamente por ser assim eu acabei tendo algumas paixões platônicas, principalmente na adolescência, e o Theo foi um deles. Na época eu achava que ele não fazia ideia de quem eu era, então não fiz nada, mas ele acabou mudando de cidade e me chamou pra conversar algumas vezes no facebook. Foi só isso. Cada um seguiu seu rumo, viajou, fez sua faculdade e tudo mais, mas no fim das contas eu e o Theo acabamos na mesma cidade e agora, 6 anos depois, voltamos a nos falar.
De cara percebemos que o interesse era mútuo. Minha paixonite aguda da adolescência parece nunca ter passado e não demorou muito para que o próprio Theo revelasse que “ainda” era afim de mim. As coisas foram com calma até que eu inocentemente falei sobre o quanto era chata essa formalidade de ter que conversar um tempo com uma pessoa, dar em cima dela, sair com ela e todo esse cortejo para simplesmente pra transar. Conversamos por mais alguns dias e quando me dei conta estávamos trocando nudes e “juras de despudor”.
Não sei se sou eu ou minha adolescente interior falando, mas acho que seria legal não ter uma relação superficial com o Theo. Tenho um certo carinho por ele e acho que, com o consentimento dele, seria bom expressar isso. Não estou dizendo que quero casar e ter quinze filhinhos míopes, nem mesmo namorar com ele, mas não posso ignorar o fato de estarmos exatamente na mesma posição de anos atrás, como se nenhum dia tivesse passado.
Faz uns dois meses que estamos conversando e ainda não reunimos coragem para se encontrar. No fundo eu tenho um pouco de receio.
Uma amiga minha disse que se eu dormir com ele estou no lucro, porque estou sendo muito “dada” (não vou usar o termo que ela usou porque sinto até vergonha), que nem esperei encontrar com ele para arreganhar as pernas e ali eu perdi a única chance que tinha de ele me levar à sério. Não sei se eu acredito nisso, só sei que não quero mais pensar quando eu passar na frente do meu antigo colégio “porra, Theo, se eu tivesse te dito...”
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2020.11.20 21:03 AdsonLeo [Encontro Miojo] Um Sorriso Confiante (3º Level, D&D 5e)

Cá está no encontro de hoje. Espero que inspire e renda boas ideias. Lembrando que tudo está também no blog!
No encontro de hoje daremos mais vida à um acampamento na beira da estrada. Entre as compras e busca por aventuras existe uma oportunidade divertida de fazer a aventura vir até o grupo. Assim é possível transformar um dia monótono com interações curiosas que chamem a atenção do grupo.
Além disso, tomei a liberdade de modificar drasticamente um item mágico para compor um personagem. Apesar de não desenvolvido por motivos de portabilidade, este pode ser peça central em um one shot ou outras aventuras em que decida utilizá-lo.
Assim como os personagens dos jogadores, NPCs também têm acesso a tais itens e estes passam a fazer parte de suas habilidades e compor sua própria personalidade. Os utilize como peças de storytelling, como todo outro elemento dos seus jogos.
O encontro é balanceado para um grupo de 4 personagens de level 3, porém em diferentes níveis de dificuldade. A versão mais simples é um encontro trivial, a mais complicada é de alto desafio e potencialmente mortal.

Localidade

Um acampamento de mercenários ao longo de qualquer estrada. Talvez o grupo esteja aqui durante as viagens, ou para concluir missão anterior. Quem sabe um conhecido trabalha para estes mercenários.

Resumo

Os aventureiros pararam junto a um acampamento dos mercenário Fugitivos da Desonra para descansar. Os anfitriões são amigáveis, a maior parte do grupo sendo de não combatentes. Apesar de nada parecer errado incialmente o grupo nota um estranho velho conjurando magias de encantamento e, pouco a pouco, formando para si um grupo paralelo de amizades magicamente angariadas.
É possível descobrir que este velho é o antigo capitão. Recentemente, após um contrato, ele pôs as mãos em uma dentadura mágica que o permite enfeitiçar a pessoas a se tornarem amigas e também fazerem o que ele pede. Seu plano é converter para seu lado os antigos comandados e depor o atual chefe.

O Acampamento

Durante suas viagens os aventureiros se encontram entre as barracas e carroças de um grupo de mercenários chamado Fugitivos da Desonra. Muitas dessas barracas servem para dormir mas também funcionam como lojas, ferrarias e instalações diversas improvisadas. O movimento é grande - uma dezena de guerreiros do grupo, os civis que os acompanham e alguns outros visitantes, como os próprios personagens.
Conversando com os integrantes do bando é possível descobrir que, há poucas semanas, o antigo líder foi substituído. Ele já estava velho, caduco e banguela, e um mais jovem e forte entrou no lugar. "Ah, pelo menos banguela não está mais. Ele conseguiu uma bela duma dentadura na última missão. Os dentes parecem de marfim!" comenta, talvez, um lojista local.
Não demora muito para os próprios aventureiros terem um vislumbre dos belos dentes citados. O velho líder - um bandit captain (Monster Manual, 344) - está sentado num barril, do seu lado um dos guerreiros do grupo - um bandit (MM, 343) - claramente entediado e chateado com a conversa.
Personagens que decidirem observar e tentar ouvir o papo presenciam algo inesperado.

Um Belo Sorriso

📷Durante a conversa o velho, orgulhoso de seus novos dentes, sorri e conjura charm person ao gastar uma carga da dentadura que equivale a um Staff of Charming. É possível aferir a natureza mágica do item através de detect magic ou efeito similar. Par ativar algum efeito do item é necessário dar um grande e aberto sorriso, exibindo os dentes brilhantes dela.
A dentadura possui, antes dessa magia ser conjurada, 6 das 10 cargas. As 4 faltantes já foram utilizadas pelo velho para convocar ao seu lado 4 dos 8 bandits do grupo. Este, caso a magia seja conjurada sem interrupções, será o 5º.
Após conseguir o item mágico e descobrir suas propriedades, o velho planejou tomar para si de volta o controle do grupo. Seu plano de mestre é, com a ajuda da dentadura, converter todos os 8 guerreiros do grupo em seus amigos e, com a ajuda deles, destituir o atual líder.
Durante esta fase o grupo pode interrompê-lo a qualquer momento. Assim que um é enfeitiçado o velho pede para ele encontrá-lo quando o sol se por de frente a barraca principal. Logo ele anda sozinho, conversando sempre com apenas mais um em lugares diferentes do acampamento. Considere que a cada 5 minutos o velho interage com mais um bandit e o converte para seu lado com magia.

Língua Afiada como Lâmina

Se for abordado o velho tenta se esquivar de qualquer interrogatório e nega acusações. Ele é rabugento e tem pressa, tentando se livrar do grupo o mais rápido possível e, então, se esgueirar entre as barracas. Se for alvo de violência ele grita por socorro e todos os bandits que estão convertidos a seu lado aparecem para ajudar.
Se a batalha acontecer antes da execução final do plano, o líder atual - também um bandit captain - aparece, junto de todos os bandits não enfeitiçados. Ele é uma pessoa bruta e de poucas palavras. Faz perguntas diretas e quer saber o motivo da confusão. Qualquer um que pareça suspeito ele manda prender com algemas e amarras em uma das carroças.
O velho tenta se fazer de inocente e apresenta álibis, descrevendo onde ele estava e o que estava fazendo. Os personagens podem apresentar contra-provas e, para isso, pedir a ajuda dos donos dos estabelecimentos que o velho diz ter passado ou daqueles onde ele estava conversando e enfeitiçando os guerreiros. Estes civis não entendem de magia mas um ou outro pode ter visto o velho fazer algo estranho. Mostrar que a dentadura é mágica ou que alguns dos bandits estão sob efeitos mágicos também são fortes provas.
Se for convencido da culpa do velho, o líder o manda prender. O velho não pode resistir se tiver pouca gente do seu lado. Caso 6 ou mais tenham sido convertidos para o seu lado ele grita neste momento e uma luta se inicia. O líder e qualquer bandit restante lutam contra ele, os personagem ajudando ou não.
O velho, vencendo a luta, exige a rendição dos personagens e luta contra eles se necessário. O que ele não sabe é que os primeiros bandits que vieram para o seu lado logo estarão fora dos efeitos do encantamento. Pouco a pouco, em intervalos de 5 minutos, os guerreiros voltam a si e ficam hostis contra o velho ao perceberem que foram enfeitiçados. Estes bandits tentam salvar o líder, caso esteja vivo, e qualquer personagem que tenha ajudado na luta contra o velho.
Durante qualquer conflito os civis tentam se esconder e se proteger, os mais curioso espiando entre barris e janelas de carruagens.

Um Plano de Mestre

Caso consiga converter todos os 8 bandits presentes o velho inicia a fase final de seu plano.
De frente a barraca do líder ele exige que este saia e renda o posto. Confuso, o líder tenta conversar com os bandits e despachar o velho, mas logo percebe que não rende frutos a tentativa. Os guerreiros ainda gostam dele mas o velho é mais carismático e um amigo melhor. Se ainda possuir cargas na dentadura o velho conjura command no líder e o faz ajoelhar. Mandando dois dos bandits segurarem o líder, o velho começa a humilhar o jovem comandante e se proclamar o manda-chuva novamente.
Se for interrompido durante algum destes momentos o velho se enfurece e ordena que os guerreiros ataquem e prendam os forasteiros. Ele mesmo também participa da algazarra. Se for capaz, o jovem líder ajuda os personagens, junto com qualquer bandit que não esteja sob influência do velho.
O que o velho não sabe é que o feitiço dura apenas 1 hora. Os bandits se verão livres do encantamento, um a cada 5 minutos. Se enrolado por tempo o suficiente o velho pode nem perceber isso acontecer e logo se ver cercado de inimigos. Porém, se ele notar que o efeito não é tão duradouro quanto imaginado, ele ordena os restantes sob seu encanto para começarem a batalha, e uma confusão se inicia. Durante a luta ele, desesperado, tenta escapar pela rota mais fácil e, se possível, roubar quanto tesouro for possível.

Concluindo a Missão

Se os personagens ajudarem a desmascarar o velho e lidarem com a situação sem maiores perdas ou confusão, o líder não vê porque não recompensá-los. 250 moedas de ouro são dadas ao grupo e a amizade valiosa dos Fugitivos da Desonra. O velho, se vivo, é preso e exibido como sinal da mais pura desonra para todos que participam da caravana.
Se mais da metade dos 8 bandits do grupo estiverem mortos ele não oferece recompensa alguma, afirmando que o dinheiro será necessário para repor sua mão de obra.
A dentadura mágica pertence aos cofres dos mercenários. Nenhuma conversa ou método convencional convence o líder a ceder o item mágico - meios mágicos ou dinheiro o suficiente podem ajudar. Se tentarem enfeitiçar o líder, qualquer bandit ou civil - commoner (MM, 345) - que presenciar se enfurece e tenta, agarrando ou de outras formas, impedir os personagens.
O grupo pode tentar roubar a dentadura. Haja como achar necessário dependendo dos planos bolados. Lembre-se de utilizar a passive perception dos bandits que fazem rondas constantes na barraca principal e a do próprio líder - bandit captain.

O Que Vem Depois?

  1. O velho escapou! Quais vinganças ele prepara para os aventureiros enxeridos? Pelo que passa o grupo tentando encontrá-lo a pedido do líder dos Fugitivos da Desonra?
  2. O líder dos mercenário quer encontrar a todo custo os aventureiros traidores que roubaram seu valioso item mágico!
  3. Aquele que deu a dentadura para o velho tinha planos maiores e mais sombrios que agora foram arruinados por malditos aventureiros...
  4. Os Fugitivos da Desonra trabalham para todo tipo de gente. Com certeza eles possuem informações valiosas sobre aquele lugar ou aquela pessoa que interessa a um dos personagens.
Gostou da aventura? Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Deixe um comentário! Se tiver usado alguma ideia apresentada no texto comente aí como foi, adorarei ler como tudo se deu na sua mesa. Até a próxima.
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2020.11.20 15:15 BlindEyeBill724 Praeambula Fidei, artigo do Prof.Edward Feser

Praeambula Fidei, artigo do Prof.Edward Feser


Segue a tradução do artigo do Prof.Edward Feser em torno do Praeambula Fidei (por que isso é importante à apologética cristã, ver o post introdutório deste subrredit¹), encontrado originalmente em → http://edwardfeser.blogspot.com/2012/01/point-of-contact.html, com alguns outras traduções contextuais para que o leitor tenha acesso facilitado. Também realizarei alguns comentários quando julgar pertinente, espero que aproveitem algo (os comentários seram precedidos de CT, comentário do tradutor).
PONTO DE CONTATO
Bruce Charlton identifica seis problemas para os apologistas cristãos modernos² e propõe uma solução. Suas observações são todas interessantes, mas eu quero me concentrar no primeiro e mais fundamental dos problemas que ele identifica, que é que o conhecimento metafísico e moral que mesmo os pagãos tinham no mundo antigo não pode mais ser tomado por certo:
O cristianismo é um salto muito maior da modernidade secular do que do paganismo. O cristianismo parecia a conclusão do paganismo - um ou dois passos adiante na mesma direção e construindo sobre o que já estava lá (na cosmovisão clássica, CT): as almas e sua sobrevivência além da morte, a natureza intrínseca do pecado, as atividades de poderes invisíveis e assim por diante. Com os modernos, não há nada sobre o que construir (exceto talvez memórias de infância ou realidades alternativas vislumbradas através da arte e da literatura).
Desse problema seguem-se muitos outros, continua Bruce:
O Cristianismo moderno, conforme experimentado pelos convertidos, tende a ser incompleto - precisamente porque o Cristianismo moderno não tem nada sobre o que construir. Isso significa que o Cristianismo incompleto moderno carece de poder explicativo, parece ter pouco ou nada a dizer sobre o que parecem ser os principais problemas da vida. Por exemplo, o Cristianismo moderno parece não ter nada a ver com política, direito, arte, filosofia ou ciência; habitar um reino minúsculo e cada vez menor, isolado das preocupações diárias. O cristianismo moderno frequentemente exclui milagres; pecado original; o nascimento virginal, a encarnação e a natureza dual de Cristo; A morte, ressurreição e expiação de Cristo; a Santa Trindade; anjos, demônios e guerra espiritual invisível e assim por diante - mas sem esses e outros elementos, o cristianismo não se mantém unido nem satisfaz o anseio humano.
E
O Cristianismo moderno muitas vezes parece superficial - parece confiar demais no ditame das Escrituras e da Igreja - isso porque os modernos carecem de uma base nas percepções espontâneas da Lei Natural, do animismo, do senso de poder sobrenatural ativo na vida cotidiana. O Cristianismo moderno (após a primeira onda de experiência de conversão), portanto, parece seco, abstrato, legalista, proibitivo, não envolvente, sem propósito.
Como se costuma dizer, leia tudo. Acredito que haja muita verdade no que Bruce tem a dizer. Para ter certeza, nem por um momento penso (e presumo que Bruce não pense) que o Cristianismo realmente é "superficial", "incompleto", "seco", "sem propósito", desprovido de “Poder explicativo”, com “nada para construir” por meio de um terreno comum com a modernidade secular, etc. Muito pelo contrário. Mas concordo que pode parecer assim para muitas pessoas modernas. (Parecia mais ou menos assim para mim em meus dias ateus, antes de descobrir o que o Cristianismo, e em particular o Catolicismo, realmente disse - isto é, o que seus maiores representantes realmente sustentaram historicamente, em contraste com as distorções do cristianismo, seja liberal ou fundamentalista, que o substituiu em grande parte da opinião pública.)
O problema, em parte, é de circunstâncias históricas e culturais. Veja um exemplo simples, a descrição cristã de Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Para as pessoas modernas, esse tipo de conversa pode soar insuportavelmente piegas; na verdade, às vezes acho isso insuportavelmente piegas, a menos que o contexto seja capaz de neutralizar as terríveis associações culturais que passaram a cercá-lo. Portanto, se estou ouvindo uma referência a Jesus como Senhor ou Salvador no contexto da Missa (seja a forma extraordinária ou a forma ordinária celebrada de forma digna), isso não me incomoda de forma alguma; mas se o ouço proferido por um televangelista, sinto (talvez como um Dawkins ou um Hitchens sentiriam) uma necessidade irresistível de mudar de canal.
Pense, porém, nas associações que uma palavra como “Senhor” teria para alguém no mundo antigo ou medieval - faria lembrar um imperador ou um aristocrata. Pense no que "Salvador" significaria em um contexto cultural onde antigas comunidades locais estavam sendo engolidas por impérios implacáveis ​​e aparentemente invencíveis, e onde sistemas morais rigoristas como o estoicismo e o neoplatonismo competiam pela lealdade da intelligentsia - isto é, digamos, onde as pessoas tiveram uma sensação contínua de estarem em perigo físico real e de fracasso moral pessoal contínuo. Uma descrição de Jesus de Nazaré como "Senhor" e "Salvador" teria o reverso das conotações sentimentais e efeminadas que os secularistas ouvem agora - pode trazer à mente um Constantino severo cavalgando para o resgate a cavalo, digamos, em vez de um Mister Rogers com cabelo comprido e sandálias, pronto com um sorriso e um Band Aid para nossa estupidez espiritual.
Combine a política igualitária, a moral fácil e a riqueza relativa e a estabilidade social das últimas décadas, e poucas pessoas no mundo secular moderno estão procurando por um Senhor ou Salvador no sentido que os antigos e medievais teriam entendido. Adicione a isso o fato de que "Jesus é o Senhor!" tornou-se a expressão de uma religiosidade emocional e terapêutica veiculada por meio de camisetas, adesivos de para-choque e música ruim produzidos em massa, e toda a ideia é destinada ao secularista moderno a parecer ininteligível e repulsivamente cafona. (Raspe um Novo Ateu e você frequentemente descobrirá que este é o tipo de coisa contra a qual ele está reagindo, e tudo o que ele conhece do Cristianismo.)
Então, isso é parte do problema. Mas isso pode ser remediado se os proponentes de uma forma de cristianismo muscular e intelectualmente rigorosa - ou seja, do cristianismo simpliciter, como existiu historicamente - redescobrirem sua herança ancestral. Com isso, eles redescobrirão também a herança do mundo pagão e encontrarão nela os recursos para se comunicarem com o homem moderno, na verdade com qualquer homem. Os aristotélicos e os neoplatônicos sabiam que Deus existe, sabiam que o homem não é uma criatura puramente material, sabiam que o bom e o mau são características objetivas do mundo e que a razão nos direciona a buscar o bem. Eles sabiam dessas coisas através de argumentos filosóficos que não perderam nada de sua força, argumentos que foram recolhidos e refinados por pensadores cristãos e que informaram a grande tradição escolástica.
Como o Papa Leão XIII expressou belamente em Aeterni Patris, os tesouros intelectuais dos pagãos são como os vasos de ouro e prata que os israelitas tiraram do Egito, prontos para serem empregados a serviço da verdadeira religião. Assim, a Escolástica, cujo renascimento esta encíclica promoveu, felizmente, adotou tudo o que era de valor no pensamento de gregos e romanos, judeus e árabes. Com filosofia como com arte, literatura e arquitetura, se você quiser aprender o que os maiores não-cristãos têm a oferecer, venha para a Igreja, que o absorve e protege - honrando nossa natureza divinamente dada e seus produtos, mesmo enquanto ela cria eles mais elevados pela graça. Ela lembra ao homem o que ele já sabe, ou pode saber, por meio de seus próprios poderes, antes de revelar a ele verdades que ele não poderia chegar por conta própria. Ela fala com ele em sua própria língua - a linguagem da teologia natural e da lei natural, que são, em princípio, acessíveis a todos, e não têm prazo de validade. Até os secularistas modernos conhecem essa linguagem, pois não são menos humanos do que seus ancestrais pagãos. O problema é que eles falam isso apenas no nível de escola primária ou mesmo no jardim de infância, enquanto o maior dos antigos pelo menos tinha proficiência relativa ao ensino médio. Mas, por meio da educação, eles, como os antigos pagãos, podem ser preparados para o trabalho de pós-graduação proporcionado pela revelação divina.
Esta é, obviamente, a ideia do que Tomás de Aquino chamou de praeambula fidei - os preâmbulos da fé, pelos quais a filosofia abre a porta para a revelação (onde a fé e a revelação, tenha em mente, corretamente entendidas, não são de forma alguma contrária à razão, mas um desenvolvimento - expliquei como na primeira metade de um post anterior³). Mas isso nos leva a outro problema. Como o fariseu que despreza a piedade e virtude sincera do samaritano, alguns cristãos desprezam a teologia natural e a lei natural como ímpias ou pelo menos questionáveis. Eles desprezam a natureza humana e, com ela, qualquer compreensão não-cristã de Deus e da moralidade, como algo totalmente corrupto e sem valor; ou eles estão dispostos, pelo menos verbalmente, a afirmar essa natureza, mas apenas se ela for efetivamente absorvida na ordem da graça, como o monofisista que está disposto a reconhecer a natureza humana de Cristo apenas se primeiro ela for completamente divinizada. Na primeira tendência, somente a fé e as Escrituras devem ser suficientes para trazer alguém ao Cristianismo, os preâmbulos que se danem. Sobre este último, a natureza humana é concebida de uma forma que (para tomar emprestado uma frase do Papa Pio XII) ameaça "destruir a gratuidade da ordem sobrenatural" ao elevar o natural ao sobrenatural, tratando de fato a teologia natural e a lei natural como se apenas o cristão pudesse entendê-los corretamente. Em ambos os casos, o cristianismo pode vir a parecer uma questão de mero diktat (como diz Bruce Charlton) - fideísta, inacessível e irrelevante para o mundo dos não crentes.
A primeira tendência, obviamente, está associada a Lutero e Calvino, embora seja justo reconhecer que há protestantes que resistiram a ela. Ao mesmo tempo, sua própria resistência é frequentemente resistida por seus correligionários, como é ilustrado por uma famosa disputa entre os teólogos protestantes do século 20 Emil Brunner e Karl Barth. Brunner argumentou que a teologia natural representa um "ponto de contato" entre a natureza humana e a revelação divina, pelo qual a primeira pode ser capaz de receber a última (embora mesmo Brunner qualifique sua noção de "teologia natural", para que não implique a certeza da existência de Deus apenas pela razão natural como é afirmado pelo catolicismo). Barth respondeu com raiva (em uma obra com o título conciso "Não!"), Rejeitando qualquer sugestão de que a natureza humana contribui com algo para o "encontro" entre Deus e o homem e argumentando que qualquer "ponto de contato" necessário foi ele próprio fornecido pela revelação, em vez do que a natureza humana. Isso é um pouco como dizer que a bola de bilhar A bate na bola de bilhar B ao atingir, não a superfície de B, mas uma superfície fornecida por A. Se for inteligível, isso apenas empurra o problema para trás: Como a superfície fornecida por A em si tem alguma eficácia vis-à-vis B? E como o “ponto de contato” fornecido pela própria revelação faz qualquer contato com a natureza humana?
Também é justo apontar que alguns pensadores católicos modernos têm opiniões que pelo menos flertam com a segunda tendência que descrevi acima - embora em parte sob a influência de Barth. Hans Urs von Balthasar procurou encontrar Barth no meio do caminho, rejeitando a concepção do estado natural do homem desenvolvida dentro da tradição tomista e central para a Neo-Escolástica promovida por Aeterni Patris de Leo (uma concepção que eu descrevi em um post recente sobre o pecado original). Nessa visão tradicional, o objetivo natural dos seres humanos é conhecer a Deus, mas apenas de uma forma limitada. O conhecimento íntimo e “face a face” da natureza divina que constitui a visão beatífica é algo a que não estamos destinados por natureza, mas é um dom inteiramente sobrenatural que se tornou disponível a nós somente por meio de Cristo. No lugar dessa doutrina, Balthasar colocou o ensino de seu colega proponente da Nouvelle Théologie Henri de Lubac, que sustentava que esse fim sobrenatural é algo para o qual somos ordenados pela natureza. Se é mesmo coerente afirmar que um dom sobrenatural pode ser nosso fim natural, e se o ensinamento de Lubac pode, em última análise, ser reconciliado com a doutrina católica tradicional da "gratuidade da ordem sobrenatural" reafirmada por Pio XII, há várias décadas tem sido assunto de feroz controvérsia. Mas a implicação aparente (mesmo que não intencional) da posição defendida por de Lubac e Balthasar é que não existe uma natureza humana inteligível à parte da graça e à parte da revelação cristã. E, nesse caso, é difícil ver como poderia haver uma teologia natural e uma lei natural inteligível para alguém ainda não convencido da verdade dessa revelação.
Relacionado a isso está a tendência de Etienne Gilson de tirar a ênfase do núcleo aristotélico do sistema de Tomás de Aquino e apresentá-lo como uma "filosofia cristã" distintiva. Como Ralph McInerny argumentou em Praeambula Fidei: Thomism and the God of the Philosophers, a posição de Gilson, como a de Lubac, ameaça minar a visão tradicional tomista de que a filosofia deve ser claramente distinguida da teologia e pode chegar ao conhecimento de Deus à parte da revelação. Essas visões, portanto, “involuntariamente [corroem] a noção de praeambula fidei” e “nos conduzem por caminhos que terminam em algo semelhante ao fideísmo” (p. Ix).
O livro de McInerny, junto com outras obras recentes como O Desejo Natural de Ver Deus de Lawrence Feingold de acordo com São Tomás de Aquino e Seus Intérpretes e Natura Pura de Steven A. Long, marcam uma recuperação há muito esperada dentro do pensamento católico convencional de uma compreensão da natureza e graça que já foi moeda comum, e à parte da qual a possibilidade da teologia natural e da lei natural não pode ser adequadamente compreendida. Nem, eu diria, outras questões cruciais podem ser apropriadamente entendidas à parte dele (como o pecado original, como argumento na postagem vinculada acima). A confusão entre o natural e o sobrenatural também pode estar por trás de uma tendência em alguns escritos católicos contemporâneos de enfatizar exageradamente os aspectos distintamente teológicos de algumas questões morais. Por exemplo, uma exposição da moralidade sexual tradicional que apela principalmente ao Livro do Gênesis, a analogia do amor de Cristo pela Igreja ou a relação entre as Pessoas da Trindade pode parecer mais profunda do que um apelo (digamos) ao fim natural de nossas faculdades sexuais. Mas o resultado de tal ênfase teológica desequilibrada é que para o não crente, a moralidade católica pode (novamente para usar as palavras de Bruce Charlton) falsamente "parecer confiar somente no ditame da Escritura e da Igreja" e, portanto, apelar apenas para o relativamente "minúsculo e encolhido reino” daqueles dispostos a aceitar tal afirmações. Não conseguirá explicar adequadamente àqueles que ainda não aceitam os pressupostos bíblicos da "teologia do corpo" do Papa João Paulo II ou de uma "teologia da aliança da sexualidade humana", apesar de seus méritos, exatamente como o ensino católico é racionalmente fundamentado na natureza humana, em vez do comando divino ou eclesiástico arbitrário. A graça não substitui a natureza, mas a aperfeiçoa; e um relato que enfatiza fortemente o primeiro sobre o último está fadado a parecer infundado.
O próprio falecido percebeu isso, quer todos os seus expositores o façam ou não. Em Memória e Identidade, ele diz:
Se quisermos falar racionalmente sobre o bem e o mal, devemos retornar a Santo Tomás de Aquino, ou seja, à filosofia do ser [ou seja, à metafísica tradicional]. Com o método fenomenológico, por exemplo, podemos estudar experiências de moralidade, religião, ou simplesmente o que é ser humano, e tirar delas um enriquecimento significativo de nosso conhecimento. Porém, não devemos esquecer que todas essas análises pressupõem implicitamente a realidade do Ser Absoluto e também a realidade do ser humano, ou seja, ser uma criatura. Se não partirmos dessas pressuposições “realistas”, acabamos no vácuo. (p. 12)
E no capítulo V da Fides et Ratio ele advertiu:
“Há também sinais [hoje] de um ressurgimento do fideísmo, que não reconhece a importância do conhecimento racional e do discurso filosófico para a compreensão da fé, na verdade, para a própria possibilidade de crença em Deus. Um sintoma atualmente difundido dessa tendência fideística é um “biblicismo” que tende a fazer da leitura e exegese da Sagrada Escritura o único critério de verdade
Outros modos de fideísmo latente aparecem na escassa consideração concedida à teologia especulativa, e em desdém pela filosofia clássica da qual os termos da compreensão da fé e da formulação real do dogma foram extraídos. Meu venerado Predecessor, o Papa Pio XII, advertiu contra esse descaso com a tradição filosófica e contra o abandono da terminologia tradicional.”
E o Catecismo promulgado pelo Papa João Paulo II, citando Pio XII, afirmava que:
A razão humana é, estritamente falando, verdadeiramente capaz por seu próprio poder natural e luz de alcançar um conhecimento verdadeiro e certo do único Deus pessoal, que zela e controla o mundo por sua providência, e da lei natural escrita em nossos corações pelo Criador. (par. 37)
Há uma razão pela qual o primeiro Concílio Vaticano, embora insistindo que a revelação divina nos ensina coisas que não podem ser conhecidas apenas pela razão natural, também ensinou que:
A mesma Santa Mãe Igreja sustenta e ensina que Deus, a fonte e o fim de todas as coisas, pode ser conhecido com certeza a partir da consideração das coisas criadas, pelo poder natural da razão humana.
E
Não só a fé e a razão nunca podem estar em conflito uma com a outra, mas elas se apoiam mutuamente, pois por um lado a razão justa estabeleceu os fundamentos da fé e, iluminada por sua luz, desenvolve a ciência das coisas divinas ...
E
Se alguém disser que o único, verdadeiro Deus, nosso criador e Senhor, não pode ser conhecido com certeza das coisas que foram feitas, pela luz natural da razão humana: seja anátema.
E
Se alguém disser que a revelação divina não pode se tornar crível por sinais externos e que, portanto, os homens e as mulheres devem ser movidos à fé apenas pela experiência interna ou inspiração privada de cada um: que seja anátema.
E
Se alguém disser ... que os milagres nunca podem ser conhecidos com certeza, nem a origem divina da religião cristã pode ser provada deles: que seja anátema.
O objetivo de tais anátemas não é resolver por decreto a questão de se Deus existe ou se os milagres realmente ocorreram; obviamente, um cético ficará comovido, se for o caso, apenas por receber argumentos reais para essas afirmações, não pela mera insistência de que existem tais argumentos. Os anátemas são dirigidos ao cristão subjetivista e fideísta que rejeitaria a exigência do ateu de que a fé fosse dada uma defesa objetiva e racional e que, assim, faz do Cristianismo motivo de chacota. Pregar o cristianismo aos céticos sem primeiro definir o praeambula fidei, e depois reclamar quando eles não o aceitam, é como gritar em inglês com alguém que só fala chinês e, em seguida, descartá-lo como um tolo quando ele não o entende. Em ambos os casos, embora certamente haja um tolo na foto, não é o ouvinte.
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¹- Em https://www.reddit.com/ApologeticaCrista/comments/jx3m63/uma_breve_introdu%C3%A7%C3%A3o_pessoal_%C3%A0_apolog%C3%A9tica_crist%C3%A3/
²- Os pontos de Bruce Charlton quais o Prof.Edward Feser se refere, e quais não cita em seu artigo são os seguintes:
  1. A ausência de judaísmo
O Cristianismo moderno tem que passar sem os séculos de tradição judaica desenvolvendo uma compreensão da natureza de Deus, os profetas e suas profecias, a vida devocional dos Salmos etc; mas os cristãos modernos têm que descobrir tudo isso do zero e por si próprios, e muitas vezes não conseguem.
  1. Confusão
A vida moderna é hedônica, distraída - frequentemente drogada. Consequentemente, as pessoas muitas vezes não sabem ao certo a natureza da vida. Além disso, nas últimas décadas, a cultura dominante tem sido ativamente contra o Bem. A arte moderna é anti-beleza, as filosofias modernas são anti-verdade, a moralidade moderna é uma inversão do Direito Natural. A propaganda (implícita e explícita) inculca que os ideais espontâneos dos humanos (religião nativa, diferenças sexuais, família, nação, lealdade, coragem) estão errados. Em suma, os modernos estão profundamente (deliberadamente) confusos sobre questões profundas. Portanto, os apologistas cristãos modernos têm que explicar a condição humana, a natureza básica da vida; antes de explicar como o cristianismo é a resposta.
  1. Inoculação anticristã
A cultura dominante agora se inocula especificamente contra o Cristianismo e os pré-requisitos do Cristianismo. Ele fornece argumentos prontos, fundamentados no hedonismo materialista moderno, para serem usados ​​contra todas as evidências ou etapas de argumentação que possam levar ao Cristianismo, se rigorosamente seguidas. A apologética cristã não pode avançar um passo sem eliciar esses slogans, e a impaciência moderna, a distração e um curto espaço de atenção fazem o resto. Que esses argumentos materialistas hedônicos sejam circulares, incoerentes e infundados é irrelevante na prática; porque eles efetivamente bloqueiam o desenvolvimento de uma metafísica alternativa da qual sua invalidade seria aparente.
3- http://edwardfeser.blogspot.com/2011/09/modern-biology-and-original-sin-part-ii.html
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